segunda-feira, 27 de setembro de 2021

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Padronização da filiação à Universidade de São Paulo – Identificadores digitais

 À medida que os sistemas de informação se tornam mais abrangentes, complexos, digitais e globalizados torna-se necessário consolidar sistemas inequívocos de identificação digital não só para autores quanto para organizações.

[extraído de: https://bityli.com/oa7D98] É responsabilidade dos dirigentes, gestores e pesquisadores adotar padrões de afiliação, identificação e denominação organizacional compatíveis com diretrizes internacionais e órgãos de identificação mundialmente reconhecidos.

Identificar Organizações é essencial, mas não é tarefa fácil. Elas mudam de nome, de local, fundem-se a outras, separam-se, mantêm vínculos diversos com organizações maiores, menores ou associam-se em consórcios. Podem estar escritas por extenso, abreviadas, na forma de siglas. Segundo o Relatório da OCLC intitulado Addressing the Challenges with Organizational Identifiers and ISNI de 2016 [1], estabelecer uma identificação única e persistente para as Organizações é fundamental para:

  • Atribuir corretamente a produção científica e acadêmica à organização, instituição de pesquisa, universidade e seus pesquisadores,
  • Desambiguar o nome de organização em relação a outra com nome igual ou semelhante,
  • Facilitar a troca de conjuntos de dados via máquina – API, essencial para viabilizar o linked data,
  • Permitir análises bibliométricas mais consistentes,
  • Obter dados mais limpos e confiáveis sobre a organização e suas atividades, evitando a fragmentação de dados e resultados,
  • Nortear padrões de afiliação, identificação e denominação organizacional (Nome ‘certo’) – controle de autoridade,
  • Rastrear e facilitar concessões de recursos de pesquisa e bolsas,
  • Descobrir colaborações em escala mundial,
  • Desambiguar pesquisadores com mesmo nome, a partir da afiliação,
  • Facilitar o rastreamento de publicações e citações por rankings e instituições de apoio à pesquisa,
  • Facilitar a descoberta e a recuperação de informações sobre a organização pelos mecanismos de busca da Internet,
  • Minimizar conflitos de interesse por meio de exata identificação de indivíduos e suas afiliações,
  • Garantir a correta atribuição de artigos e trabalhos aos autores e pesquisadores corretos,
  • Permitir a realização de levantamentos gerais e levantamentos detalhados das atividades da organização, etc.

Do ponto de vista das Organizações, o imperativo de padronização e inequívoca identificação também é consenso e o International Standard Name Identifier (ISNI) é o padrão global certificado pela ISO 27729 para identificar organizações e indivíduos envolvidos com a cadeia de suprimentos de informação e mídia, bem como na cadeia de suprimentos científicos e acadêmicos (scholarly supply chain). O ISNI é um identificador de código aberto composto por 16 dígitos amplamente utilizado em vários setores e projetado para funcionar em diversos contextos, facilitando a troca digital de informações, dados e ativos. A Agência Internacional ISNI (ISNI-IA) contém registros de identidade associados a cerca de 8.75 milhões de nomes individuais e a mais de 654.000 organizações envolvidas nas indústrias de mídia, informação e áreas relacionadas.

O sistema baseia-se principalmente no serviço Virtual International Authority File (VIAF), que foi desenvolvido pela Online Computer Library Center (OCLC) para uso na agregação de catálogos de bibliotecas. Qualquer sistema de identificação de organizações deve basear-se em governança, confiança, transparência, temporalidade e metadados apropriados. O registro ISNI é regido pelo Conselho da ISNI-IA e administrado pela OCLC, em conjunto com a British Library, entre outros membros.

International Standard Name Identifier (ISNIé o órgão global certificado pela ISO 27729 para identificar organizações e indivíduos envolvidos com a cadeia de suprimentos de informação e mídia, por meio de sua Agência Ringgold.

Representando a Agência Internacional do ISNI e seus membros, a Ringgold é a Autoridade de Registro para Organizações e mantém metadados detalhados das organizações, atendendo à proposta da Agência Internacional do ISNI de criar um sistema onde cada autoridade de registro suporta um modelo de negócios com base nos dados selecionados e padronizados. A entidade Ringgold também faz interface com o identificador digital de pesquisador ORCiD.

O sistema ORCiD é baseado em colaboração entre editores, universidades, órgãos de financiamento, pesquisadores e outras partes interessadas em comunicações acadêmicas. A ORCID está empenhada em ser interoperável com outros esquemas de identificadores, incluindo o identificador ISNI. Para este fim, a ORCID, ISNI e Ringgold estão coordenando esforços, trabalhando juntos para viabilizar a integração dos sistemas de identificação e denominação.

Hoje, ORCID e Ringgold mantém protocolo de colaboração. A ORCID usa o banco de dados de identificação da Ringgold como um arquivo de autoridade das organizações para a aplicação de afiliações do pesquisador com relação à instituição de formação e vínculo empregatício. Ou seja, o Ringgold ID é utilizado na padronização de nomes de instituições para indicar afiliações (emprego e formação) por meio de uma lista dos nomes das organizações, universidades, faculdades e departamentos.


Leia o texto completo em: https://www.aguia.usp.br/noticias/padronizacao-da-filiacao-a-universidade-de-sao-paulo/


quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Oficina "Bases de dados científicos e critérios de classificação de periódicos”

A atividade desenvolvida pelo professor Dennys Rossetto versou sobre Bases de Dados. Foi promovida pela Comissão Científica do 32º Enangrad e ocorreu na manhã do dia 28 de agosto de 2021. 






segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Gravação e slides do Webinar para uso do Turnitin - prevenção de plágio

 No dia 19 de agosto de 2021 foi realizada uma sessão de treinamento para uso da Plataforma Turnitin na Universidade de São Paulo. O acesso à plataforma por docentes da USP é feito mediante cadastro e login realizados previamente. Caso ainda não esteja acessando a ferramenta, envie mensagem à Coordenadoria da Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica (AGUIA) ao e-mail atendimento@aguia.usp.br

O Webinar teve o objetivo de apresentar os recursos disponíveis e alguns tópicos mais específicos: o que é similaridade de textos, o significado de plágio, como recuperar ou obter seu acesso à ferramenta, como configurar uma Aula, adicionar um Trabalho e verificar um documento para obter e interpretar um Relatório de Similaridade.

Confira os Slides da apresentação

Acesse o link da Gravação do treinamento

Senha: w!51GNeT

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== Programação ==

a) Distinguindo a similaridade de textos e o plágio (breve explanação)
b) Ferramenta Turnitin
— Demonstração do passo a passo para configurar sua conta e utilizar a ferramenta
— Demonstração de e-mail inicial e configurações de acesso,
— Demonstração do passo a passo para a criação de uma Aula, a adição de Trabalho (sem depósito), inclusão de alunos
— Demonstração de upload de 1 artigo para a geração de Relatório
— Apresentação do Relatório gerado e o significado das cores e fontes
— Filtros existentes para especificar melhor os resultados

Em fevereiro de 2017 a Universidade de São Paulo disponibilizou dois serviços de identificação de similaridade de textos e ensino à distância da Plataforma Turnitin, como parte das ações de apoio à integridade e ética na produção de textos científicos e acadêmicos da comunidade universitária. Os serviços são oferecidos pela Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica (AGUIA) em parceria com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (Originality Check) e Pró-Reitoria de Graduação (FeedBack Studio). O acesso à plataforma por docentes da Pós-Graduação e da Graduação da USP é feito pela internet, mediante cadastro e login realizados previamente.

A partir de 2019, o suporte aos estudantes na prevenção do plágio foi ampliado a partir das Estações de Autochecagem Turnitin das Bibliotecas da USP. Dessa forma, os alunos matriculados podem acessar de modo autônomo a ferramenta Turnitin para submeter seus trabalhos à verificação de similaridade de textos, gerando seus próprios relatórios. Contando com o suporte dos bibliotecários, são instruídos a adotar as melhores práticas de citações, referências e a identificar situações que merecem atenção na redação de seus textos acadêmicos e científicos.

Com a ferramenta Turnitin Originality Check, é possível analisar o índice de similaridade de um determinado texto em comparação com um grande banco de dados internacional. O serviço gera um relatório personalizado de originalidade que destaca por cores os trechos similares e fornece links para coincidências textuais encontradas na Internet, rastreando também um banco de dados de documentos depositados anteriormente e em bases de dados proprietárias de material de publicação baseados em assinatura de agregadores de conteúdo com quem a Turnitin tem parceria.

O software gera um relatório que aponta o porcentual de similaridade de determinado texto em relação a uma extensa base de dados, formada por mais de 143 milhões de artigos acadêmicos, 55 bilhões de sites armazenados e 300 milhões de trabalhos de alunos. O uso da ferramenta “OriginalityCheck” está disponível a todos os docentes orientadores credenciados nos Programas de Pós-Graduação da USP (PPGs USP) e destina-se também aos alunos de pós-graduação incluídos por docentes e orientadores.

Turnitin FeedBack Studio possui as mesmas funcionalidades do OriginalityCheck e um conjunto adicional de ferramentas que possibilita que docentes não apenas verifiquem similaridades em um texto, como também incluam uma série de marcas de revisão e acompanhem os trabalhos dos alunos em um ambiente interativo de aprendizagem. Esse conjunto adicional de funcionalidades pode eventualmente ser utilizado como um instrumento pedagógico para alunos de graduação, especialmente para docentes orientadores de Trabalhos de Conclusão de Curso, de disciplinas de produção de textos, metodologia científica, entre outras.

Tanto o Originality Check quanto o FeedBack Studio geram um Relatório de Originalidade que inclui múltiplas visões e características:

  • Relatórios disponíveis em poucos minutos após submissão
  • Comparações de palavras coincidentes para os documentos coincidentes, direto da fonte (com ou sem codificação de cores em destaque), numeradas e alinhadas lado a lado.
  • Reconhecimento de ambos padrões de correspondência: palavra e por palavra e/ou por texto parafraseado.
  • Capacidade de ignorar material correspondente dentro de aspas, dentro da bibliografia, ou qualquer fonte individual.
  • Capacidade de visualizar todas as palavras coincidentes subjacentes que seriam ocultas pela sobreposição de coincidências.
  • Formatos de submissão aceitos incluem: Word®, PowerPoint®, WordPerfect®, OpenOffice, Rich Text Format (RTF), HTML, Texto, Postscript, PDF, Hangul, Excel.

Tanto o Originality Check quanto o FeedBack Studio oferecem uma ferramenta de prevenção de plágio que permite às instituições acadêmicas determinar facilmente se os alunos estão escrevendo e submetendo um trabalho original.

Procure a equipe da sua Biblioteca para saber mais ou entre em contato com a Coordenadoria da Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica (AGUIA) no e-mail: atendimento@aguia.usp.br.


Fonte: https://www.aguia.usp.br/noticias/ferramenta-anti-plagio-turnitin-gravacao-e-slides-ja-disponiveis/

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Slides do Webinar Springer Nature seleção de periódicos científicos

Aconteceu dia 03 ago 21 o  Webinar Springer Nature seleção de periódicos científicos.

Nessa apresentação o palestrante demonstrou como elaborar uma estratégia de submissão de seu artigo de pesquisa para uma revista internacional. Tratamos do processo de escolha da melhor revista para seu trabalho, como saber o que os editores esperam do seu manuscrito, e também um passo-a-passo de como elaborar uma cover letter eficiente.

Público-Alvo: Todos aqueles que estão interessados em publicar um artigo científico e estão procurando por mais detalhes sobre o processo de submissão e aceitação.


Clique no link abaixo para baixar os slides em pdf:

https://drive.google.com/file/d/1ZEyavnI-Vk9E1xka3nG1DrsoGCuvJwUU/view?usp=sharing 



Fonte: https://www.aguia.usp.br/noticias/springer-nature-webinar-estrategias-para-autores-selecao-periodicos

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Qual a diferença entre o Portal de Teses da Capes e as BDTDs do IBICT?

 No Brasil, existem dois repositórios importantes de teses e dissertações:


1) Portal de Teses da CAPES (http://capesdw.capes.gov.br/), que é o sistema online oficial do governo brasileiro para depósito de teses e dissertações brasileiras, vinculado ao Ministério da Educação (MEC).

2) Banco de Teses do IBICT (http://bdtd.ibict.br/pt), que é um mecanismo de busca que integra todos as Bibliotecas Digitais de Teses e Dissertações (BDTD) das universidades brasileiras que utilizam o sistema BDTD do IBICT.

O que há em comum entre os dois portais é que ambos possibilitam a pesquisa de teses e dissertações de diversas universidades ao mesmo tempo. A vantagem do Portal de Teses da CAPES é que contém todas, sem exceção, as teses e dissertações brasileiras, por ser o local para deposito obrigatório, o que não ocorre no Banco de Teses do IBICT. Por outro lado, o Banco de Teses do IBICT tem a vantagem de remeter diretamente ao texto completo da tese ou dissertação por meio de link para o arquivo no repositório da universidade onde o trabalho foi defendido, o que não ocorre no Portal de Teses da CAPES.

No Portal de Teses da CAPES não é possível o acesso ao texto completo da tese ou dissertação pois o repositório só contém o resumo da mesma e eventualmente o link para o site onde se encontra o texto completo, quase sempre, o site da própria universidade onde a tese ou dissertação foi defendida.

Como citado pela própria CAPES, “as informações constantes [do portal] são fornecidas diretamente à CAPES pelos programas de pós-graduação mantidos por universidades e instituições de pesquisa brasileiras e são de sua inteira responsabilidade” (CAPES, 2011).

O processo funciona da seguinte maneira:

1.um aluno de mestrado, doutorado ou pós-doutorado defende a sua tese ou dissertação em uma universidade brasileira;

2.o programa de pós-graduação entra no sistema do Portal de Teses e Dissertações da CAPES e realiza o cadastro dos metadados desta tese ou dissertação;

3. se houver questões de registro ou de patente, o depósito do texto completo pode ser adiado; se não, o depósito do texto completo da tese ou dissertação ocorre imediatamente em um repositório de teses e dissertações da própria universidade; ou seja, mesmo havendo uma portaria que obrigue o deposito online do texto completo, não há garantias que o mesmo será encontrado online devido à estas exceções relacionadas à registro ou patente de produtos incluídos no trabalho acadêmico.

Quando utiliza-se o Portal de Teses da CAPES para pesquisa, obtém-se como resultado somente os resumos das teses depositadas, mas também é informada nos metadados a universidade onde a tese ou dissertação foi defendida. Para obter o texto completo da mesma, é necessário localizar o site da universidade em questão e o banco de teses e dissertações específico desta universidade para obter o texto completo, caso esteja disponível.

O Banco de Teses do IBICT funciona de modo totalmente diferente. Não é o sistema oficial do governo brasileiro para depósito das teses e dissertações, mas é uma iniciativa do Instituto Brasileiro de informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), portanto também uma iniciava governamental, mas com objetivo de integrar num único repositório as teses e dissertações brasileiras e também de oferecer às universidades uma opção de sistema online para armazenamento de suas teses e dissertações. Com isto, somente as universidades que utilizam o sistema BDTD é que disponibilizam suas coleções de teses e dissertações neste repositório.

O IBICT coordena o projeto da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), que integra os sistemas de informação de teses e dissertações existentes nas instituições de ensino e pesquisa brasileiras, e também estimula o registro e a publicação de teses e dissertações em meio eletrônico. Este projeto − iniciativa inovadora do IBICT, em parceria com as instituições brasileiras de ensino e pesquisa − possibilita que a comunidade brasileira de C&T publique suas teses e dissertações produzidas no país e no exterior, dando maior visibilidade a produção científica nacional (IBICT, 2010).

Com isto, o Banco de Teses do IBICT oferece às universidades brasileiras o sistema BDTD, que pode ser instalado nas bibliotecas universitárias, aos cuidados das equipes de informáticos, para cuidar da estrutura do sistema, e dos bibliotecários, para cuidar do conteúdo do sistema, isto é, a inclusão das teses e dissertações.

A BDTD vem sendo desenvolvida em parceira com varias instituições: IBICT, Financiadora de Estudos e Pesquisas (FINEP), CNPq, MEC, CAPES , SESU, e mantém um comitê com objetivo de “referendar o desenvolvimento da BDTD” e atuar na “especificação de padrões a serem adotados no âmbito do sistema da BDTD”.

O sistema BDTD de cada universidade, fica disponível no site da própria universidade, mas também é integrado por meio de tecnologias de comunicação, ao Banco de Teses do IBICT, que é um mecanismo de busca que reúne as teses e dissertações de todas as universidades que utilizam o sistema BDTD.

É importante ressaltar que também existe um repositório internacional de teses e dissertações que é o Networked Digital Library of Theses and Dissertation - NDLTD (http://www.ndltd.org/), que reúne de forma automática os repositórios de teses e dissertações de diversos países do mundo, mas somente aqueles que tenham estrutura de comunicação de dados compatível com o padrão usado pela NDLTD.


terça-feira, 13 de julho de 2021

ACS Guide to Scholarly Communication - Aprimore suas habilidades de comunicação científica - disponível para a USP

Para acesso é necessário conectar-se na VPN da USP.

Acesso: https://pubs.acs.org/page/styleguide


Para ajudar a melhorar suas habilidades de redação científica e capacidade de publicação, o ACS Guide to Scholarly Communication –https://pubs.acs.org/page/styleguide:

É um guia eletrônico de comunicação e escrita acadêmica e científica que auxilia estudantes, professores e pesquisadores a desenvolverem suas habilidades de escrita e comunicação científica, possibilitando que os mesmos comuniquem os resultados de suas pesquisas de modo eficiente, proporcionando maior compreensão, visibilidade e maior impacto para suas publicações e comunicações em conferências, apresentações orais e defesas de teses e dissertações.

ACS Guide to Scholarly Communication é a ferramenta ideal para ajudar estudantes de graduação e pós-graduação, pós-doutorandos, bibliotecários, pesquisadores e educadores a se comunicarem de forma eficaz e destacar suas pesquisas em áreas como Química, Engenharia Química, Farmácia, Bioquímica, Medicina, Ciência dos Materiais, Ciência e Tecnologia de Alimentos, Saúde Pública, Energia, Educação em Ciências, Matemática, Ciência da Informação, eScience e áreas correlatas.

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O guia cobre temas fundamentais relacionadas à comunicação e escrita no âmbito acadêmico e da pesquisa, englobando questões como:

  • Confecção e escrita de projetos de pesquisa para submeter às agências de fomento;
  • Confecção de apresentações para conferências, eventos, defesas de teses e dissertações;
  • Confecção de pôsteres, com recursos e ferramentas disponíveis para criar pôsteres impactantes;
  • Confecção de artigos científicos: melhores práticas na comunicação da pesquisa científica, estilo, escrita e uso de palavras eficazes, gramática, pontuação e ortografia;
  • Convenções de estilo científico e convenções de estilo editoriais;
  • Aspectos concernentes à propriedade intelectual, tipos de propriedade intelectual, copyrights, autoria, responsabilidades éticas
    dos autores, figuras e gráficos;
  • Open Science e Open Access, licenças, Creative Commons, preprints;
  • Comunicação de Ciência ao Público: entrevistas / falar em público, webinars online, etc;
  • Comunicação via mídia social: Twitter, Facebook, LinkedIn e outras mídias;
  • Comunicação via vídeo;
  • Como se tornar um autor de sucesso;
  • Como selecionar a revista científica para publicação do seu manuscrito, considerações sobre fator de impacto, qualidade da revista, revisão por pares como marco de qualidade, o problema das revistas predatórias etc.;
  • Por onde e quando iniciar a escrita do seu artigo científico;
  • Ferramentas e programas para criação de figuras, gráficos e imagens de impacto para seu artigo científico;
  • Ferramentas e soluções para tornar a escrita científica mais fácil e efetiva;
  • Nomenclatura de Química, representações gráficas, estilos de nomes químicos, sufixos, prefixos, etc.;
  • Como criar títulos de impacto e questões concernentes ao resumo, introdução, métodos, resultados, discussões e conclusões de artigos científicos;
  • Procedimentos de submissão de artigos científicos, processo de revisão por pares, responsabilidades dos revisores, autores, editores etc.;
  • Gestão de dados de pesquisa – como preparar os dados para publicação e como e onde compartilhar os dados;
  • Escrita científica para não nativos da língua inglesa, dicas para ser efetivo na escrita e comunicar adequadamente a pesquisa.

O ACS Guide to Scholarly Communication é uma publicação digital atualizada regularmente. Novos tópicos sempre são adicionados.