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sexta-feira, 4 de novembro de 2022

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

O PLÁGIO E O AUTOPLÁGIO NA PRODUÇÃO CIENTÍFICA

 Artigo aborda problemas do plágio e do  autoplágio para a produção científica


[extraído de ABEC Brasil] Fatores negativos que há muito tempo têm gerado desconfiança no meio acadêmico, sobre a qualidade e a originalidade dos artigos científicos, o plágio e o autoplágio são o foco de texto de autoria do professor colaborador da USP Marcelo Krokoscz, pós-doutorando em ciência da informação e doutor e mestre em educação. Em “Plágio de acesso aberto em artigos publicados em periódicos indexados na Scientific Periodicals Electronic Library (SPELL): uma análise comparativa entre 2013 e 2018”, publicado no International Journal for Educational Integrity, ele comparou uma amostra obtida em 2013 a outra em 2018. Nas duas, verificou as orientações que cada um dos periódicos fornecia aos autores quanto ao plágio e à adoção de softwares para a detecção de semelhanças textuais. “O relatório de pesquisa é apenas a ‘embalagem’ do conhecimento obtido com tais características”, disse ao site da ABEC Brasil. “Se o manuscrito apresenta erros, está mal elaborado ou é uma fraude, compromete seriamente a credibilidade do conteúdo. Assim, o plágio é um risco reputacional para os pesquisadores e para as instituições que podem perder a confiança e a respeitabilidade do seu público”, complementou. 





Fontes: (ABEC Brasil), Zeppelini Editorial.

terça-feira, 12 de maio de 2020

Relatório SCIVAL USP

Divulgando o Relatório SciVal de desempenho da produção científica de autores da Universidade de São Paulo indexada na Base de Dados Scopus.


Clique na figura



sexta-feira, 14 de julho de 2017

Indicadores e métricas de produção científica

Indicadores de Pesquisa

O uso de indicadores e métricas de produção científica tornou-se prática rotineira na avaliação da qualidade e desempenho de pesquisa. No esteio dessa demanda, a análise bibliométrica e cientométrica realizada por meio de indicadores tem se tornado cada vez mais popular, juntamente com ferramentas analíticas de produção científica como o InCites e o SciVal, além do VantagePoint.
Principais indicadores:
  • Indicadores e Métricas - São exemplos de indicadores de desempenho de pesquisa: fator de impacto, produtividade, índice h, meia-vida, etc. 
Ferramentas analíticas:
  • InCites (Thomson Reuters) é uma plataforma online de avaliação de pesquisa personalizada e baseada em citações, que tem como fonte de dados a Base Web of Science. Permite realizar análises de produtividade e impacto científico, comparar resultados com outras instituições, aferir o desempenho de pesquisadores, pesquisas financiadas. Saiba mais sobre o InCites.
  • SciVal (Elsevier) possui um portfólio de ferramentas de análise de indicadores de produção científica, que tem como fonte de dados o Scopus e o Science Direct. Permite realizar análises bibliométricas da produção científica de uma determinada instituição, país, região, autor ou grupos de autores, ou ainda em revistas, desde que o material esteja indexado na base de dados Scopus. Saiba mais sobre o SciVal.
  • VantagePoint (Search Technology) é uma importante ferramenta de mineração e análise de dados, que permite realizar análises bibliométricas e estudos relacionados à produção científica de uma determinada área de conhecimento, instituição ou pesquisador, análise de coleções, verificação de erros e inconsistências em registros bibliográficos, bem como análises de tendências de pesquisa, desde que se tenha o arquivo de dados. Saiba mais sobre o VantagePoint. 
  • Publish or Perish é um software de desktop gratuito que extrai dados do Google Scholar para ajudar os autores a analisar várias estatísticas sobre o impacto da pesquisa.
  • Google Scholar Metrics fornece uma maneira fácil para os autores avaliarem rapidamente a visibilidade e a influência de artigos recentes em publicações científicas. 
  • Saiba mais sobre Análise Bibliométrica.


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Sobe visibilidade mundial da ciência latino-americana

Artigo publicado no site SciDevNet fala sobre o aumento da visibilidade da ciência latino-americana no mundo.

Entre 2003 e 2011, as instituições latino-americanas com mais de 100 publicações nas revistas indexadas no Scopus  aumentaram mais que o dobro. Segundo o ranking da SCimago 2013, em 2003 somente 100 instituições tinham mais de 100 publicações nas revistas do Scopus, enquanto que em  2011 as instituições subiram para 247.

Em porcentagem:

2011: 4,3% da produção mundial é originária da América Latina
2003: 3,6% da produção mundial é originária da América Latina

Durante o período 2003-2012, a Colômbia foi o país que registrou maior alta no número de publicações (435,85%), seguido por Guatemala (212,31%), Equador (197, 46%) e Peru (189, 77%).

O Brasil porém, segue em primeiro lugar : 56% do total regional, seguido de longe pelo México, Argentina e Chile, respectivamente.

Segundo De Moya Anegón, pesquisador da SCimago, as universidades latino-americanas realizam em torno de 90% das pesquisas, contra 60 a 70% em países desenvolvidos. De acordo com Tomás Santibáñez, diretor de pesquisa da Universidad Técnica Federico Santa María, do Chile, as universidades predominam na pesquisa científica porque as empresas tem pouco interesse em investir em pesquisa e desenvolvimento.

Ainda que as universidades da América Latina tenham aumentado sua presença em revistas científicas de primeira linha, alguns países poderiam fazer melhor. O Brasil, especialmente, poderia fazer seus centros de pesquisa colaborarem mais com instituições estrangeiras, diz De Moya Anegón. Os brasileiros publicam mais em revistas nacionais e recorrem a menos colaboradores.


terça-feira, 12 de março de 2013

Usando o Google Scholar

'Cómo utilizar Google Scholar para mejorar la visibilidad de nuestra producción científica'. Apresentação elabora por Emilio Delgado e Daniel Torres-Salinas, da Universidade de Granada: