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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

O PLÁGIO E O AUTOPLÁGIO NA PRODUÇÃO CIENTÍFICA

 Artigo aborda problemas do plágio e do  autoplágio para a produção científica


[extraído de ABEC Brasil] Fatores negativos que há muito tempo têm gerado desconfiança no meio acadêmico, sobre a qualidade e a originalidade dos artigos científicos, o plágio e o autoplágio são o foco de texto de autoria do professor colaborador da USP Marcelo Krokoscz, pós-doutorando em ciência da informação e doutor e mestre em educação. Em “Plágio de acesso aberto em artigos publicados em periódicos indexados na Scientific Periodicals Electronic Library (SPELL): uma análise comparativa entre 2013 e 2018”, publicado no International Journal for Educational Integrity, ele comparou uma amostra obtida em 2013 a outra em 2018. Nas duas, verificou as orientações que cada um dos periódicos fornecia aos autores quanto ao plágio e à adoção de softwares para a detecção de semelhanças textuais. “O relatório de pesquisa é apenas a ‘embalagem’ do conhecimento obtido com tais características”, disse ao site da ABEC Brasil. “Se o manuscrito apresenta erros, está mal elaborado ou é uma fraude, compromete seriamente a credibilidade do conteúdo. Assim, o plágio é um risco reputacional para os pesquisadores e para as instituições que podem perder a confiança e a respeitabilidade do seu público”, complementou. 





Fontes: (ABEC Brasil), Zeppelini Editorial.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Publicadores Predadores


Artigo publicado na Nature de set. de 2012 na coluna World View alerta para revistas científicas fraudulentas publicadas por editores inescrupulosos que vêm se aproveitando   das publicações em acesso aberto cujos custos são pagos pelos autores dos trabalhos.

No artigo, Jeffrey Beall, bibliotecário da Universidade do Colorado em Denver, que monitora revistas suspeitas em seu blog Scholarly Open Access, alerta sobre editores que exploram o modelo de acesso aberto para cobrar dos autores pela publicação em  revistas questionáveis e de baixa qualidade.

Segundo Beall, ele recebe muitos e-mails de  vítimas desses editores. Alguns autores se descobrem nomeados membros de comissões editoriais sem seu conhecimento. Outros têm o artigo parcialmente ou completamente plagiado publicado por alguma revista fraudulenta. Como a identificação das fraudes frequentemente requer expertise no campo de estudo do autor, é importante que os autores também estejam atentos ao problema.

Um dos países aonde mais vem crescendo o número de publicadores fraudulentos é a Índia, pois milhares de cientistas do país e países vizinhos precisam publicar para se efetivarem em seus trabalhos e  ganharem promoções. Nos USA e países do ocidente  o problema não é somente com os publicadores, os próprios cientistas também são culpados. Muitos estão pegando atalhos antiéticos nessas publicações, pagando para publicar trabalhos  de  auto-plágio ou de plágio de outros trabalhos.


Fontes: