Mostrando postagens com marcador Violência contra a mulher. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Violência contra a mulher. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Cartilha: Violência de Gênero na USP

A Comissão Para Apurar Violência Contra Mulheres e Gêneros  - CAV Mulheres USP RP, criou a cartilha sobre violência de gênero na universidade.



Conheça seus direitos!




sexta-feira, 15 de setembro de 2017

USP Mulheres

SOBRE O USP MULHERES

Escritório USP Mulheres, coordenado pela Profª. Eva Alterman Blay, integra, a partir de 2016, o programa ElesPorElas – HeForShe, com o projeto-piloto Impacto 10x10x10, que visa atingir 10 países, 10 empresas e 10 universidades, da Organização das Nações Unidas (ONU).
A Universidade de São Paulo (USP) foi uma das 10 universidades escolhidas ao redor do mundo para compor esse movimento, sendo a única latino-americana. O enfrentamento à violência contra a mulher é o tema principal do Escritório USP Mulheres e também do conjunto das 10 universidades de Impacto no mundo. O Escritório é responsável pela proposição e implantação de iniciativas ou projetos voltados para a igualdade de gêneros e empoderamento de mulheres. Pretende trabalhar em rede, pensando soluções em conjunto, com o corpo universitário, com o auxílio dos grupos e coletivos estudantis e de docentes.
Dentre as medidas necessárias para alcançar a igualdade de gêneros, a USP se comprometeu a desenvolver e programar iniciativas sobre o tema das relações de gênero para os estudantes, professores e funcionários, e medidas enfrentamento à violência. A Universidade também acordou que se reunirá com frequência com as outras universidades do Impacto, para medir e reportar seu progresso de forma transparente, compartilhar boas práticas e mobilizar outras universidades na adesão desta causa.

http://sites.usp.br/uspmulheres/


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

O jogo que auxilia no combate à violência contra a mulher


Lançado em abril de 2016, Violetas: cinema e ação no enfrentamento da violência contra a mulher é um jogo de tabuleiro criado com o objetivo de elucidar questões sobre a violência de gênero para os profissionais da saúde. Idealizado de acordo com a metodologia moderna alemã, o projeto é fruto de uma parceria entre as professoras Rosa Maria Godoy, da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (EE/USP), e Maria Raquel Pires, da Universidade de Brasília (UnB).

Baseado na estrutura do alemão Pandemia, todos os jogadores de Violetas se tornam parceiros na luta contra um único inimigo: a violência contra a mulher. 

Como funciona
O objetivo final é conseguir juntar quatro tokens e não deixar a violência se espalhar pelo território nacional (o tabuleiro). Os peões andam por casas que ilustram cidades de nomes femininos como Nazaré, Fátima e Iracema.

Os participantes então recebem diferentes funções (educador, operador de direito, integrante de políticas públicas, profissional de saúde e cidadão), e devem se organizar conjuntamente para evitar que as peças pretas se espalhem demais. Para isso, eles respondem questões sobre cenas famosas do cinema, cujas perguntas variam desde termos técnicos relacionados ao papel da personagem no filme a até conceitos legislativos.
O tempo de duração da partida costuma ser relativamente longo, o que pode ser explicado pelo grande número de debates e conversas gerados durante seu desenrolar. Se jogado com intuitos profissionais, esse período pode se estender ainda mais, uma vez que “a proposta é de sempre trabalhar o Violetas com alguma ideia de intervenção", diz Rafaela Gessner, doutoranda da Profa. Rosa e contribuinte em quase todas as etapas de desenvolvimento do jogo.

Para maiores informações, contate o blog:
pertencente ao Núcleo de Estudos em Promoção da Saúde e Projetos Inclusivos da UnB 



quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Criação do Dicionário Feminino da Infâmia

 No ar, o documentário que detalha a criação do Dicionário feminino da infâmia – Acolhimento e diagnóstico de mulheres em situação de violência. Dirigido pela pesquisadora Elizabeth Fleury, da Fiocruz Minas, o vídeo traz, em 43 minutos, depoimentos de pesquisadores que foram convidados a escrever os verbetes da obra, ligados ao universo da violência contra as mulheres. Entre as participantes estão a coordenadora do Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (Claves/ENSP/Fiocruz), Maria Cecília Minayo, e a pesquisadora da Escola Márcia Agostini.

Elizabeth, coordenadora do Comitê de Pró-Equidade na Fiocruz, é organizadora da obra, ao lado da pesquisadora Stela Meneghel, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A pesquisadora informa que o dicionário foi elaborado para atender às demandas dos próprios profissionais de atendimento nas áreas de saúde, segurança pública, assistência social, entre outras, por melhor formação para acolher adequadamente o público feminino em situação de violência.