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sexta-feira, 25 de outubro de 2024

Startup de Integridade Científica identifica artigos suspeitos

 Revistas con altos índices de artículos sospechosos señalados por una start-up de integridad científica


Van Noorden R. Journals with high rates of suspicious papers flagged by science-integrity start-upNature. 2024 Oct 23;doi: 10.1038/d41586-024-03427-w. Available from: https://www.nature.com/articles/d41586-024-03427-w

O artigo de Richard Van Noorden analisa o impacto de pesquisas científicas fraudulentas ou suspeitas em periódicos acadêmicos, sinalizadas pela ferramenta Argos, desenvolvida pela empresa de tecnologia Scitility. Esta plataforma, lançada em setembro de 2024, atribui aos artigos uma pontuação de risco com base na formação dos autores e nas citações de pesquisas anteriormente retratadas. Uma pontuação alta não prova que um artigo seja de baixa qualidade, mas sugere que ele deva ser investigado mais detalhadamente.

Leia o artigo completo em:

https://universoabierto.org/2024/10/24/revistas-con-altos-indices-de-articulos-sospechosos-senalados-por-una-start-up-de-integridad-cientifica/

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

O PLÁGIO E O AUTOPLÁGIO NA PRODUÇÃO CIENTÍFICA

 Artigo aborda problemas do plágio e do  autoplágio para a produção científica


[extraído de ABEC Brasil] Fatores negativos que há muito tempo têm gerado desconfiança no meio acadêmico, sobre a qualidade e a originalidade dos artigos científicos, o plágio e o autoplágio são o foco de texto de autoria do professor colaborador da USP Marcelo Krokoscz, pós-doutorando em ciência da informação e doutor e mestre em educação. Em “Plágio de acesso aberto em artigos publicados em periódicos indexados na Scientific Periodicals Electronic Library (SPELL): uma análise comparativa entre 2013 e 2018”, publicado no International Journal for Educational Integrity, ele comparou uma amostra obtida em 2013 a outra em 2018. Nas duas, verificou as orientações que cada um dos periódicos fornecia aos autores quanto ao plágio e à adoção de softwares para a detecção de semelhanças textuais. “O relatório de pesquisa é apenas a ‘embalagem’ do conhecimento obtido com tais características”, disse ao site da ABEC Brasil. “Se o manuscrito apresenta erros, está mal elaborado ou é uma fraude, compromete seriamente a credibilidade do conteúdo. Assim, o plágio é um risco reputacional para os pesquisadores e para as instituições que podem perder a confiança e a respeitabilidade do seu público”, complementou. 





Fontes: (ABEC Brasil), Zeppelini Editorial.

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Webinar Turnitin para Alunos - gravação

No dia 05 de novembro aconteceu o  Webinar Turnitin para Alunos, como parte das ações de valorização da integridade acadêmica e de pesquisa, realizadas pela Universidade de São Paulo.

Os serviços de identificação de similaridade de textos do Turnitin são oferecidos pela Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica (AGUIA) em parceria com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (OriginalityCheck) e Pró-Reitoria de Graduação (FeedBack Studio) da Universidade.

O acesso à plataforma pelos alunos de graduação e pós-graduação pode ser realizado por meio de uma disciplina ou por meio das Estações de Autochecagem Turnitin das Bibliotecas, mediante cadastro e login realizados previamente.

Saiba mais sobre a ferramenta, como carregar um documento, obter um Relatório de Similaridade de textos e interpretá-lo. 

Ministrante: Daniella Hiroki (Turnitin)


Gravação disponível em: 

https://rebrand.ly/USPalunos05112020



Fonte: https://www.aguia.usp.br/noticias/05-11-turnitin-alunos-usp/

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Uma cultura de integridade na ciência

Conferência mundial discute experiências educativas que promovem boas práticas científicas desde o início da carreira dos pesquisadores.

O desafio de disseminar boas práticas científicas desde os primeiros estágios da carreira dos pesquisadores foi uma das questões mais ressaltadas na 4ª Conferência Mundial sobre Integridade Científica, que reuniu no Rio de Janeiro cerca de 500 profissionais de mais de 45 países, entre os dias 31 de maio e 3 de junho. Cerca de duas dezenas de apresentações mostraram resultados de programas de educação e treinamento criados em vários lugares do mundo para promover uma cultura de integridade em universidades e instituições de pesquisa, num sinal de que o debate sobre honestidade acadêmica já não se restringe à formulação de diretrizes éticas e às punições de casos de fabricação de dados, falsificação e plágio – principais focos no campo da discussão sobre má conduta na pesquisa. O debate atual, diga-se, já inclui até a preocupação com alunos de ensino médio, que desde cedo têm contato com ferramentas capazes de facilitar o plágio em trabalhos escolares.


Leia a matéria na íntegra:



Boa leitura!