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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Portal ARIADNE - reúne informações sobre usos e riscos dos agrotóxicos

Ariadne, como é chamado o sistema, é um portal on-line que apresenta um conjunto de informações sobre o uso e a aplicação de agrotóxicos; os parâmetros principais do seu comportamento no ambiente; e as propriedades associadas à toxicidade crônica, considerando os riscos à saúde humana causados por exposições a baixas doses em longos períodos de tempo. O sistema apresenta, também, dados inéditos de pulverização aérea no Estado de São Paulo no período de 2013 a 2015. Ainda, o portal direciona o usuário para bases de dados nacionais e internacionais, caso este esteja em busca de informações mais detalhadas.
O sistema, resultado da pesquisa de mestrado de Rubens José Mário Júnior, tem por função facilitar o acesso de gestores de serviços públicos à informações já qualificadas sobre a toxicidade e o comportamento ambiental desses compostos, a fim de contribuir para uma ação mais efetiva na gestão da exposição humana a essas substâncias. É uma iniciativa tida como essencial quando se pensa na construção de modelos de produção mais sustentáveis.
Acesse:

terça-feira, 16 de junho de 2015

Dossiê Abrasco – um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde

O dossiê, lançado pela Associação Brasileira de Pós-Graduação e Saúde Coletiva (Abrasco), com mais de 600 páginas, é uma coedição da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), e da editora Expressão Popular.


Website:



Obra completa: 

Dossiê Abrasco



segunda-feira, 30 de junho de 2014

Agrotóxicos no Brasil

Os agrotóxicos no Brasil, antes de serem produzidos, exportados, importados, comercializados e utilizados, devem ser registrados em órgão federal, de acordo com as diretrizes e exigências dos órgãos federais responsáveis pelos setores da saúde, do meio ambiente e da agricultura. ( Lei nº 7802/89, que rege o processo de registro de um produto agrotóxico, regulamentada pelo Decreto nº 4074/02. )

No entanto, algumas mudanças vêm acontecendo no âmbito da legislação. Para explicá-las, e as possíveis consequências à população, a ENSP TV conversou com o pesquisador do Centro de Estudo da Saúde Trabalhador e Ecologia Humana da ENSP Luiz Cláudio Meirelles, que comentou o atual cenário da regulação no país, falou sobre o lobby praticado pelas indústrias, além de citar como a Fiocruz - através de diversas ações - vem atuando contra o uso de agrotóxicos no Brasil. [extraído de: http://bit.ly/1nYC1eE]




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terça-feira, 22 de abril de 2014

O veneno está na mesa


O filme O Veneno Está na Mesa 2, novo documentário do cineasta Silvio Tendler, lançado quarta-feira (16/04), no Rio, em 70 minutos desconstrói o mito de que a utilização dos defensivos agrícolas é indispensável para garantir abundância de alimentos na mesa do consumidor

O filme dá continuidade à reflexão sobre o perigo que o uso de agrotóxicos representa para a saúde, mostrada no primeiro documentário de Tendler sobre o tema, com o mesmo título e lançado em 2011. 

Os dois documentários fazem parte de uma estratégia de ação da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida, iniciativa que reúne movimentos sociais e entidades no objetivo comum de sensibilizar a população brasileira para os riscos que os agrotóxicos representam. A partir daí, a ideia é propor medidas para frear seu uso no Brasil. "O povo brasileiro não pode mais engolir essa história de que o agrotóxico é a modernidade no campo. Ele gera câncer, trabalho escravo e manda todo seu lucro para o exterior", disse Alan Tygel, um dos coordenadores da campanha.

A produção do filme contou com o apoio da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), que vem desenvolvendo iniciativas para que a produção de alimentos sem veneno se torne uma alternativa viável. De acordo com o diretor Silvio Tendler, não há sentido em se construir uma economia baseada na destruição da natureza.

A exemplo do primeiro documentário da série, visto por mais de um milhão de pessoas, O Veneno Está na Mesa 2 será distribuído gratuitamente para um circuito alternativo de exibição. Escolas, universidades, comunidades, igrejas, assentamentos de trabalhadores rurais e outros locais integram esse circuito, coordenado pela Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida.


Enquanto esperamos a sua distribuição, podemos assistir abaixo, ao primeiro filme: