segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Prevenção e Manejo da Sífilis

Fonte: http://ribeirao.usp.br/?p=18721

Os casos de infecção por sífilis no Brasil aumentaram mais de 5.000% entre 2010 e 2015, passaram de 1.249 para 65.878, segundo o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Para informar a população sobre as formas prevenção, diagnóstico e tratamento, pesquisadores da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP produziram vídeo educativo.

“O principal objetivo foi oferecer à população um material educativo atualizado e com base nas recomendações científicas para auxiliar na compreensão desse problema de saúde e das práticas seguras”, afirma Policardo Gonçalves da Silva, autor do vídeo, que é resultado de seu mestrado Assistência de enfermagem para prevenção e manejo da sífilis: validação de material educativo,orientado pela professora Soraia Assad Nasbine Rabeh da EERP.

A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível que pode ser transmitida por meio da relação sexual desprotegida, isto é, sem o uso do preservativo, ou de mãe para filho durante a gestação ou parto. Sua classificação se dá pelo tempo de infecção, bem como pela presença de manifestações clínicas, sendo dividida nos seguintes estágios: Primária, Secundária, Latente, Terciária, Sífilis em gestante e Sífilis Congênita.
A prevenção desta infecção se dá por meio de prática sexuais seguras, como por exemplo, o uso do preservativo em todas as relações sexuais, e no caso das gestantes e da(s) parceria(s) sexual(is) é indispensável o acompanhamento e testagem rápida durante as consultas do pré-natal.

O diagnóstico pode ser feito por meio do teste rápido disponível nas Unidades Básica de Saúde (UBS), Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), oferecendo o resultado em cerca de 30 minutos. Caso o resultado seja reagente, os profissionais de saúde direcionam o usuário para os procedimentos necessários acerca do tratamento e acompanhamento.
O curta já está disponível no YouTube:

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Seminário para Autores - Os caminhos para a publicação científica - USP Ribeirão Preto


BCRP/USP e Elsevier convidam para o

Seminário para Autores 

Os Caminhos para a Publicação Científica



Data18 de Setembro 

Horário
das 10h às 12h

Local: Anfiteatro FEA-RP/USP


Inscrições: https://doity.com.br/wokshop-para-autores-publicacao-cientifica





ü Porque publicar?

ü O que é peer review?

ü Caminhos para a publicação - Para onde vai meu artigo?

ü Escrita científica: modus operandi

ü Promovendo o seu artigo

Palestrante: Juliana Trajano, Publishing Support Manager, Elsevier

Organização: Biblioteca Central do Campus USP de Ribeirão Preto - BCRP/USP 

USP Ribeirão Preto - Av. Bandeirantes, 3.900 Monte Alegre - 14040-900 – Ribeirão Preto – SP

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

TRIALS: Sage Research Methods e Revistas da Microbiology Society

A Microbiology Society edita seis periódicos revisados por pares, que cobrem todas as áreas da Microbiologia e que agora estão disponíveis para a Universidade de São Paulo (USP) para avaliação por um período de sessenta dias, de 24/08/2018 a 24/10/2018.

1. Microbiology [MIC]
 Microbiology é um periódico mundialmente reconhecido que publica pesquisa seminal em Microbiologia desde 1947. Edita ainda o novo “Microbe Profiles” – artigos concisos e revisados, que oferecem uma visão geral da classificação, estrutura e propriedades de novos micróbios, todos escritos por microbiologistas de importância. Congrega também a indispensável CRISPR-CAS Collection.

2. Journal of Medical Microbiology [JMM]
O caráter interdisciplinar desta publicação conecta a pesquisa médica e veterinária às comunidades clínicas. Cobertura abrangente da microbiologia médica, odontológica e veterinária, e doenças infecciosas. Coleções temáticas criteriosas, agregadas do conteúdo de arquivos passados.

3. JMM Case Reports – Open Access
JMM Case Reports é um periódico revisado por pares em acesso aberto que publica relatórios de casos originais sobre microbiologia médica, odontológica e veterinária, e doenças infecciosas, incluindo parasitologia. A revista também aceita séries de casos, revisões de casos e questionários de casos.

4. International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology [IJEM]
Periódico histórico e oficial do International Committee on Systematics of Prokaryotes and Bacteriology and Applied Microbiology Division of the International Union of Microbiological Societies. Mantenha o “Approved Lists of Bacterial Names” entre seus favoritos para referência e citações. O quadro editorial de renome internacional oferece acesso à expertise em nomenclatura, taxonomia e quimiotaxonomia.

5. Journal of General Virology [JGV] 
Do ebola ao zika, encontre os artigos mais lidos na pesquisa de alto-impacto em Virologia. Aproveite 50 anos de diversidade em pesquisa, abrangendo vírus animal, vegetal, insetos, bactérias e fungos. Use o Virus Taxonomy Profiles, recurso de referência único, publicado em colaboração com o International Committee on Taxonomy and Viruses.

6. Microbial Genomics [MG]  Open Access
Microbial Genomics é um periódico em acesso aberto, com dados abertos e revisado por pares, que publica pesquisas originais de alta qualidade sobre archaea, bactérias, eucariotos e vírus microbianos. As inscrições são bem-vindas em toda a extensão da microbiologia e devem incluir uma abordagem genômica. O objetivo é publicar artigos que comuniquem novos insights obtidos com o uso de dados genômicos, novos aplicativos interessantes e abordagens inovadoras de análise. O Microbial Genomics suporta o uso de servidores de pré-impressão e atualmente está testando envios diretos para o periódico a partir do bioRxiv.

Promoção: ACCUCOMS e SIBiUSP

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A editora SAGE apresenta o Sage Research Methods, uma biblioteca de métodos que abrange mais de 1.000 livros, obras de referência e trabalhos, incluindo casos práticos de projetos de pesquisa reais; mais 120 guias de conjuntos de dados criados para ajudar os alunos a dominarem a análise de dados através de treinamento prático; e uma coleção de mais de 484 vídeos que dão vida aos métodos de pesquisa, estatística e avaliação. Os recursos do Sage Research Methods são pensados para cobrir todos os aspectos do treinamento de competências de pesquisa e ajudam alunos e pesquisadores em cada etapa do processo de pesquisa.


Sage Research Methods contém também mapa interativo de métodos para ajudar os pesquisadores a entender seus conceitos e usar métodos mais adequados, casos reais ilustrados por meio de vídeos ou em texto completo, um guia em texto completo separando os projetos científicos etapa por etapa. 

Todo esse conteúdo está agora disponível na Universidade de São Paulo via trial que vai até 24 de dezembro de 2018.


terça-feira, 28 de agosto de 2018

Guia de Gestão de Dados de Pesquisa

Gerenciamento de dados de pesquisa é o processo de supervisão dos dados que estão sendo gerados durante um projeto de pesquisa. Qualquer pesquisa vai exigir algum nível de gerenciamento de dados, e as agências de financiamento estão cada vez mais exigindo que os cientistas e acadêmicos planejem e executem as boas práticas de gestão desses dados. 

Guia de Gestão da Dados de Pesquisa elaborado por Luana Sales e Luís Fernando Sayão busca, nesse sentido, orientar os pesquisadores e os profissionais de informação frente a esses novos desafios.



Clique na capa para baixar (usar navegador Chrome)





terça-feira, 21 de agosto de 2018

Seis coisas para fazer agora que você tem um ORCID ID

by Alice Meadows

1 - Principal e mais importante: usar seu  ORCID iD e fazê-lo trabalhar para você: habilitar auto-atualizações de outros sistemas, tais como, ResearcherID, SCOPUS e CrossRef. Mantenha sua informação atualizada, inclua seu iD quando for solicitado nas submissões de papers, bolsas, etc. Certifique-se de que ele esteja “linkado” a outros identificadores e arquivos que você usa, como o ResearcherID e SCOPUS, e também o inclua em seu currículo, seu site, sua assinatura eletrônica, etc.


2 - Reserve 30 segundos extras para adicionar sua afiliação e todas as variações do seu nome no registro – estas podem incluir quaisquer abreviações que você use profissionalmente (iniciais e/ou apelido, por exemplo), bem como outros nomes que você possua ou é conhecido. A configuração do ORCID permite muitos nomes, variações e combinações de nomes. Esses dados extra permitem distinguir você de outras pessoas que possuem o mesmo nome, mesmo que façam uma busca somente pelo seu primeiro nome.

3 - Também é importante aprimorar a recuperação de seus trabalhos usando o buscador do ORCID – para isso você deve providenciar a colocação de  “links” dos resultados de suas pesquisas dentro do seu registro ORCID. Com isso você poderá também ser capaz de providenciar rapidamente informações para “aplicar” para trabalho (emprego), promoção, bolsas de pesquisa, etc. É possível também usar o Uber Wizard para adicionar detalhes do financiamento de sua pesquisa.

4 - Outra coisa interessante que você pode fazer para incrementar seu ORCID é adicionar suas contas nas redes sociais: Twitter, Facebook, LinkedIb, Academia.edu,  ResearchGate, Mendeley, Website, etc.

5 - Seu ORCID vêm com seu próprio QR code, não esqueça de baixá-lo e usá-lo!

6 - Informe seus amigos e colegas que você tem um ORCID e os encoraje a se cadastrarem também. Quanto mais pessoas se registrarem e usarem seus iDs, mais perto todos estaremos do objetivo de alcançarmos a solução do problema das ambiguidades de nomes na comunicação científica.


quarta-feira, 8 de agosto de 2018

VantagePoint

O software VantagePoint (VP) é uma importante ferramenta de mineração e análise de dados que está disponível aos bibliotecários e técnicos do Sistema de Bibliotecas da USP (SIBiUSP) por meio de acesso remoto a computadores virtuais especialmente preparados para utilização desse aplicativo.

Por meio do VantagePoint é possível realizar análises bibliométricas e estudos relacionados à produção científica de uma determinada área de conhecimento, instituição ou pesquisador, análise de coleções, verificação de erros e inconsistências em registros bibliográficos, bem como análises de tendências de pesquisa, desde que se tenha o arquivo de dados, que pode ser obtido a partir de bases de dados como a Web of Science, Scopus, etc, ou bancos de dados bibliográficos como o Dedalus (Aleph/USP).

Exemplos de Estudos usando o software



Consulte a lista completa de estudos: 

Para acesso a essa ferramenta de análise bibliométrica, consulte a sua Biblioteca.


Fonte: Sibi-USP

terça-feira, 31 de julho de 2018

Trial BMJ Best Practice na USP

Trial para a comunidade USP disponível até final de outubro de 2018



Vantagens do BMJ Best Practice:


Best Practice é uma base de medicina baseada em evidências com o conteúdo totalmente em português, facilitando o acesso à informação de ponta para todos os profissionais da saúde — médicos, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, etc — e não somente àqueles que dominam a língua inglesa.

Conteúdo avalizado e respaldado por BMJ Group, um dos maiores grupos editoriais de medicina e saúde em todo mundo (responsável, entre outras publicações pelo The BMJ — British Medical Journal).

Acesso simultâneo, ilimitado e irrestrito a todos os membros da comunidade acadêmica e de pesquisa da USP.

Disponível offline (sem necessidade de conexão à internet) através do app BMJ Best Practice, assegurando acesso ao conteúdo desejado onde é mais necessário: na beira do leito. 

Necessária a criação de uma conta pessoal no Meu BMJ Best Practice— com a conta criada, o acesso à informação de forma remota será liberado.
Acesse: 

Deixe-nos conhecer sua opinião a respeito de BMJ Best Practice: envie sua avaliação para:

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Livros, Autores e Protagonismo Científico

O blog Darwinianas, dedicado à popularização da ciência nas áreas de biologia evolutiva, ecologia, comportamento animal, biologia do desenvolvimento, história e filosofia da biologia, e educação científica traz mais uma postagem interessantíssima sobre como se faz ciência e como ela está ao seu alcance mais do que você imagina.

O autor, Diogo Meyer, com o artigo "Os cientistas por trás das páginas impressas" nos traz relatos de leituras realizadas durante seu percurso científico desde a graduação, pós no exterior e sua experiência como professor na USP,  expondo a importância e a necessidade do questionamento, análise e discussão acerca das afirmações contidas nos livros e artigos científicos - até mesmo os escritos por ganhadores do prêmio nobel - e mais além, a importância desse questionamento e discussão com os próprios autores das obras, o que leva o leitor a  um protagonismo científico que filtra e avalia criticamente o conteúdo científico divulgado, e que, sem dúvida, lhe cai muito bem.

Confira:

                         Os cientistas por trás das páginas impressas


Fonte: https://darwinianas.com/2018/07/10/os-cientistas-por-tras-das-paginas-impressas/
Imagem: https://blog.estantevirtual.com.br 

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Dossiê “Copas do Mundo” - Revista USP




A nova edição da Revista USP – de número 117  traz o dossiê “Copas do Mundo – Para Entender o Planeta Bola: O Futebol Muito Além das Quatro Linhas”, que reúne histórias e reflexões de especialistas sobre o fenômeno do futebol. 

O dossiê reúne seis ensaios. Três deles foram apresentados no 2º Simpósio Internacional de Estudos Sobre o Futebol, em maio de 2014. Gunter Gebauer traz o tema “Sobre a beleza do futebol”, Silvana Vilodre Goellner e Cláudia Samuel Kessler escrevem “A sub-representação do futebol praticado por mulheres no Brasil: ressaltar o protagonismo para visibilizar a modalidade” e Rafael Bayce questiona “A rivalidade Argentina-Brasil-Uruguai no futebol”.

O editor executivo da Revista USP, Jurandir Renovato, explica que este é o terceiro dossiê publicado pela revista sobre futebol. “O primeiro foi em 1994, na Copa dos Estados Unidos. Naquela época, o tema futebol ainda não era muito bem visto na Universidade e, portanto, sua discussão no âmbito acadêmico era bastante incomum” , lembra. “A Revista USP inovou ao colocar gente do porte de Roberto DaMatta, Nicolau Sevcenko e Décio de Almeida Prado para analisar com seriedade o universo do futebol no País. Em 2014, já na Copa do Brasil, a revista publicou não só textos de sociólogos, críticos e historiadores como também – e essa foi a novidade naquele número – de especialistas no aspecto propriamente técnico do esporte, coisas como táticas e desempenho de atletas.”

Revista USP número 117 com o dossiê “Copas do Mundo”, está disponível na íntegra aqui.