terça-feira, 21 de agosto de 2018

Seis coisas para fazer agora que você tem um ORCID ID

by Alice Meadows

1 - Principal e mais importante: usar seu  ORCID iD e fazê-lo trabalhar para você: habilitar auto-atualizações de outros sistemas, tais como, ResearcherID, SCOPUS e CrossRef. Mantenha sua informação atualizada, inclua seu iD quando for solicitado nas submissões de papers, bolsas, etc. Certifique-se de que ele esteja “linkado” a outros identificadores e arquivos que você usa, como o ResearcherID e SCOPUS, e também o inclua em seu currículo, seu site, sua assinatura eletrônica, etc.


2 - Reserve 30 segundos extras para adicionar sua afiliação e todas as variações do seu nome no registro – estas podem incluir quaisquer abreviações que você use profissionalmente (iniciais e/ou apelido, por exemplo), bem como outros nomes que você possua ou é conhecido. A configuração do ORCID permite muitos nomes, variações e combinações de nomes. Esses dados extra permitem distinguir você de outras pessoas que possuem o mesmo nome, mesmo que façam uma busca somente pelo seu primeiro nome.

3 - Também é importante aprimorar a recuperação de seus trabalhos usando o buscador do ORCID – para isso você deve providenciar a colocação de  “links” dos resultados de suas pesquisas dentro do seu registro ORCID. Com isso você poderá também ser capaz de providenciar rapidamente informações para “aplicar” para trabalho (emprego), promoção, bolsas de pesquisa, etc. É possível também usar o Uber Wizard para adicionar detalhes do financiamento de sua pesquisa.

4 - Outra coisa interessante que você pode fazer para incrementar seu ORCID é adicionar suas contas nas redes sociais: Twitter, Facebook, LinkedIb, Academia.edu,  ResearchGate, Mendeley, Website, etc.

5 - Seu ORCID vêm com seu próprio QR code, não esqueça de baixá-lo e usá-lo!

6 - Informe seus amigos e colegas que você tem um ORCID e os encoraje a se cadastrarem também. Quanto mais pessoas se registrarem e usarem seus iDs, mais perto todos estaremos do objetivo de alcançarmos a solução do problema das ambiguidades de nomes na comunicação científica.


quarta-feira, 8 de agosto de 2018

VantagePoint

O software VantagePoint (VP) é uma importante ferramenta de mineração e análise de dados que está disponível aos bibliotecários e técnicos do Sistema de Bibliotecas da USP (SIBiUSP) por meio de acesso remoto a computadores virtuais especialmente preparados para utilização desse aplicativo.

Por meio do VantagePoint é possível realizar análises bibliométricas e estudos relacionados à produção científica de uma determinada área de conhecimento, instituição ou pesquisador, análise de coleções, verificação de erros e inconsistências em registros bibliográficos, bem como análises de tendências de pesquisa, desde que se tenha o arquivo de dados, que pode ser obtido a partir de bases de dados como a Web of Science, Scopus, etc, ou bancos de dados bibliográficos como o Dedalus (Aleph/USP).

Exemplos de Estudos usando o software



Consulte a lista completa de estudos: 

Para acesso a essa ferramenta de análise bibliométrica, consulte a sua Biblioteca.


Fonte: Sibi-USP

terça-feira, 31 de julho de 2018

Trial BMJ Best Practice na USP

Trial para a comunidade USP disponível até final de outubro de 2018



Vantagens do BMJ Best Practice:


Best Practice é uma base de medicina baseada em evidências com o conteúdo totalmente em português, facilitando o acesso à informação de ponta para todos os profissionais da saúde — médicos, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, etc — e não somente àqueles que dominam a língua inglesa.

Conteúdo avalizado e respaldado por BMJ Group, um dos maiores grupos editoriais de medicina e saúde em todo mundo (responsável, entre outras publicações pelo The BMJ — British Medical Journal).

Acesso simultâneo, ilimitado e irrestrito a todos os membros da comunidade acadêmica e de pesquisa da USP.

Disponível offline (sem necessidade de conexão à internet) através do app BMJ Best Practice, assegurando acesso ao conteúdo desejado onde é mais necessário: na beira do leito. 

Necessária a criação de uma conta pessoal no Meu BMJ Best Practice— com a conta criada, o acesso à informação de forma remota será liberado.
Acesse: 

Deixe-nos conhecer sua opinião a respeito de BMJ Best Practice: envie sua avaliação para:

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Livros, Autores e Protagonismo Científico

O blog Darwinianas, dedicado à popularização da ciência nas áreas de biologia evolutiva, ecologia, comportamento animal, biologia do desenvolvimento, história e filosofia da biologia, e educação científica traz mais uma postagem interessantíssima sobre como se faz ciência e como ela está ao seu alcance mais do que você imagina.

O autor, Diogo Meyer, com o artigo "Os cientistas por trás das páginas impressas" nos traz relatos de leituras realizadas durante seu percurso científico desde a graduação, pós no exterior e sua experiência como professor na USP,  expondo a importância e a necessidade do questionamento, análise e discussão acerca das afirmações contidas nos livros e artigos científicos - até mesmo os escritos por ganhadores do prêmio nobel - e mais além, a importância desse questionamento e discussão com os próprios autores das obras, o que leva o leitor a  um protagonismo científico que filtra e avalia criticamente o conteúdo científico divulgado, e que, sem dúvida, lhe cai muito bem.

Confira:

                         Os cientistas por trás das páginas impressas


Fonte: https://darwinianas.com/2018/07/10/os-cientistas-por-tras-das-paginas-impressas/
Imagem: https://blog.estantevirtual.com.br 

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Dossiê “Copas do Mundo” - Revista USP




A nova edição da Revista USP – de número 117  traz o dossiê “Copas do Mundo – Para Entender o Planeta Bola: O Futebol Muito Além das Quatro Linhas”, que reúne histórias e reflexões de especialistas sobre o fenômeno do futebol. 

O dossiê reúne seis ensaios. Três deles foram apresentados no 2º Simpósio Internacional de Estudos Sobre o Futebol, em maio de 2014. Gunter Gebauer traz o tema “Sobre a beleza do futebol”, Silvana Vilodre Goellner e Cláudia Samuel Kessler escrevem “A sub-representação do futebol praticado por mulheres no Brasil: ressaltar o protagonismo para visibilizar a modalidade” e Rafael Bayce questiona “A rivalidade Argentina-Brasil-Uruguai no futebol”.

O editor executivo da Revista USP, Jurandir Renovato, explica que este é o terceiro dossiê publicado pela revista sobre futebol. “O primeiro foi em 1994, na Copa dos Estados Unidos. Naquela época, o tema futebol ainda não era muito bem visto na Universidade e, portanto, sua discussão no âmbito acadêmico era bastante incomum” , lembra. “A Revista USP inovou ao colocar gente do porte de Roberto DaMatta, Nicolau Sevcenko e Décio de Almeida Prado para analisar com seriedade o universo do futebol no País. Em 2014, já na Copa do Brasil, a revista publicou não só textos de sociólogos, críticos e historiadores como também – e essa foi a novidade naquele número – de especialistas no aspecto propriamente técnico do esporte, coisas como táticas e desempenho de atletas.”

Revista USP número 117 com o dossiê “Copas do Mundo”, está disponível na íntegra aqui.



quarta-feira, 30 de maio de 2018

Conheça a Plataforma BDPI - USP


http://bdpi.usp.br/


No Brasil, o Currículo Lattes permanece como a principal fonte de informação das atividades desenvolvidas por pesquisadores, fornecendo dados de produção a diversos sistemas e plataformas institucionais. Indicadores gerados por sistemas internacionais de informação como a Web of ScienceScopus e, mais recentemente o Dimensions, têm sido agregados como fontes de dados a algumas plataformas, com maior ou menor sucesso. 

No esteio dessas tendências, a Biblioteca Digital da Produção Intelectual da Universidade de São Paulo (BDPI) é um sistema de gestão e disseminação da produção intelectual (científica, acadêmica, técnica e artística) gerada pelas pesquisas e atividades desenvolvidas na Universidade de São Paulo (USP).   

Funcionando como metabuscador, a BDPI congrega informações historicamente consolidadas a partir dos registros cadastrados no Dedalus (Banco de Dados Bibliográficos da USP) e na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD) da USP, e integra com outros sistemas de informação, extraindo dados do Lattes e de bases indexadoras internacionais como Web of Science, Scopus e Dimensions. Dessa forma, proporciona, a partir de uma única interface, a descoberta, recuperação e rastreabilidade da produção científica e acadêmica dos pesquisadores, departamentos e unidades da Universidade.

Hoje, a Plataforma BDPI reúne mais de 767.800 registros cadastrados de produção intelectual gerada por pesquisadores da USP e 154.800 registros de teses e dissertações defendidas na Universidade. Diariamente esses números são atualizados, à medida que os bibliotecários cadastram novos documentos. Todos os registros podem ser localizados também pelo Google. 


A BDPI pode ser utilizada como plataforma de descoberta de artigos, trabalhos de evento, livros e capítulos de livro, teses e dissertações por assunto, autor e por unidade, expressando competências e especialidades dos pesquisadores da USP. 

A BDPI também pode ser usada como fonte de indicadores e métricas associadas às produções acadêmicas e científicas registradas, apresentando, a partir de facetas, as totalizações de produção por tipo de material, autor, ano de publicação, idioma, título da fonte, editora, idioma, agência de fomento, indexação em bases de dados, entre outras opções de recuperação de dados. Permite ainda a geração de Relatórios que podem ser visualizados na própria interface ou podem ser exportados em formato csv.


O objetivo da Biblioteca Digital da Produção Intelectual da Universidade de São Paulo (BDPIé ampliar a visibilidade e acessibilidade aos resultados das pesquisas realizadas na USP. Todos os registros possuem link para o texto completo, quando o mesmo está disponível e acessível na Universidade. De qualquer forma, no cerne da iniciativa está a ideia de promover o acesso aberto (open access) aos documentos na íntegra, democratizando esse acesso e estimulando o compartilhamento do conhecimento gerado.


                                 Leia o artigo na íntegra em:





Fonte: MURAKAMI, T.M. ; DUDZIAK, E.A. Plataforma BDPI revela indicadores e a produção de pesquisadores da USP. Disponível em: <https://www.sibi.usp.br/?p=20319> Acesso em: 30. 05. 2018.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

BMJ Best Practice – Trial na USP

Trial na Usp até 17 de Junho




https://bestpractice.bmj.com/


Best Practice é uma base de medicina baseada em evidências com o conteúdo totalmente em português, facilitando o acesso à informação de ponta para todos os profissionais da saúde — médicos, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, etc — e não somente àqueles que dominam a língua inglesa, pois é totalmente em português.

Seu é conteúdo avalizado e respaldado por BMJ Group, um dos maiores grupos editoriais de medicina e saúde em todo mundo (responsável, entre outras publicações pelo The BMJ — British Medical Journal).

Acesso simultâneo, ilimitado e irrestrito a todos os membros da comunidade acadêmica e de pesquisa da USP.

APP - Disponível offline (sem necessidade de conexão à internet) através do app 
BMJ Best Practice, assegurando acesso ao conteúdo desejado onde é mais necessário: na beira do leito. Necessária a criação de uma conta pessoal no Meu BMJ Best Practice— com a conta criada, o acesso à informação de forma remota será liberado.

Deixe  sua opinião a respeito de BMJ Best Practice: envie sua avaliação para:

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Portal Colaborativo sobre AVC

A proposta do portal Rede ReabAVC, lançado em janeiro, é fornecer, de maneira gratuita e acessível, informações sobre acidente vascular cerebral, conhecido como AVC, para pacientes, familiares, cuidadores e profissionais especializados. Foi idealizado pela professora Camila Torriani-Pasin, da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP.

O site é alimentado por pesquisadores renomados de todas as regiões do País e especializados em diversas áreas da saúde: fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, enfermagem, terapia ocupacional, educação física, psicologia e nutrição. 

Entre os materiais disponíveis, encontra-se uma cartilha de orientações em saúde para pessoas com AVC. Essa cartilha foi desenvolvida pela equipe coordenada pela professora e aborda diversos aspectos da doença, fatores de risco, alimentação, prática de exercícios físicos, adaptações que podem ser feitas em casa para resolver problemas do dia a dia, dicas de segurança, entre outros. O material pode ser impresso e compartilhado.

Além das orientações e informações, a Rede ReabAVC possui um espaço para os pacientes enviarem suas histórias e compartilharem suas dificuldades e superações. As pessoas que trabalham na área também podem se cadastrar. Futuramente, será disponibilizado um banco de dados e serviços desses profissionais especializados.

O conteúdo é apresentado em linguagem simples e direta, no formato de texto ou vídeo, como abaixo:



Acesse e conheça:




quinta-feira, 3 de maio de 2018

Apoio ao Pesquisador




Você conhece a página do Sibi-USP 


Se não, está na hora de conhecer:


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