Neste episódio o Dr. Thiago Mattar Cunha, Pesquisador do CRID (Center For Research in
Inflammatory Diseases) e professor do Departamento de Farmacologia da Faculdade
de Medicina da USP Ribeirão Preto, fala sobre os
Analgésicos:
quinta-feira, 2 de abril de 2015
segunda-feira, 30 de março de 2015
Livro para download: Ecologia de reservatórios e interfaces
O livro "Ecologia de reservatórios
e interfaces" (ISBN 978-85-85658-52-6), organizado pelos grupos de
pesquisa dos Laboratórios de Limnologia do Departamento de Ecologia do
Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo e da Universidade
Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Campus de Sorocaba (Brasil),
é o resultado do esforço conjunto de inúmeros profissionais que
atuam em diferentes áreas do conhecimento, mas que transitam pela
temática água, em particular os
reservatórios (embalses, panta, reservoirs, albufeiras, etc.).
Composto por 30 capítulos, a obra é uma tentativa de
integrar os conhecimentos no intuito de mostrar a necessidadede estudos multi e interdisciplinares para a
maior compreensão da estrutura, função e dinâmica dos reservatórios.
Para
baixar clique aqui
Boa
leitura!
quarta-feira, 4 de março de 2015
Escrita Científica
Matéria no Jornal da USP de 02 de março destaca a importância da escrita científica e destaca o Portal da Escrita Científica do Campus da USP de São Carlos que facilita a elaboração de trabalhos acadêmicos e a produção científica:
Reunir em um só portal materiais e informações atualizadas relevantes para a escrita científica, principalmente em inglês e português, e servir como um repositório para orientar alunos e pesquisadores interessados em aperfeiçoar suas habilidades na área. Esse é o objetivo do Portal da Escrita Científica do Campus USP de São Carlos, http://www.escritacientifica.sc.usp.br uma iniciativa de docentes e colaboradores das bibliotecas de todas as unidades do campus.
Leia a matéria na íntegra:
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Informações sobre mudanças no expediente da BCRP
Devido à reestruturação no quadro funcional da Biblioteca Central:
Informamos que o expediente aos sábados
está temporariamente suspenso.
O Serviço de Cópias está atendendo no seguinte horário:
segunda a sexta-feira
das 8h às 20h.
Sem expediente aos sábados
Contamos com a compreensão de todos!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
App Bibliotecas USP
O App Bibliotecas USP encontra-se disponível para download no Google Play, para
equipamentos móveis que utilizam o sistema operacional Android (versão 4 ou
superior).
Endereço para
download: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.usp.bibliotecas_usp
O aplicativo compreende as mesmas funcionalidades da versão para o sistema
operacional iOS.
Usando como motor de busca o Portal de Busca Integrada, o app permite:
a) buscar em todas as
coleções locais indexadas naquele Portal (Dedalus, Portal de Revistas,
Biblioteca Digital da Produção Intelectual e Biblioteca Digital de Teses e
Dissertações da USP);
b) buscar por ISBN
(código de barras);
c) adicionar itens às
listas pré-definidas (Desejos e Referências);
d) geolocalização de
todas as bibliotecas USP.
Quem estiver utilizando e quiser compartilhar sua experiência nos comentários, será muito útil e bem-vindo!
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
O preconceito de gênero na pesquisa médica
[texto de Peter Rogers]
Apesar dos ganhos
significativos da igualdade de gênero nas últimas décadas, o preconceito ainda
reina na área médica. A falta de representação feminina nos estudos
pré-clínicos e em testes clínicos tem colocado as mulheres em maior risco de
adversidades em intervenções médicas. Mas há uma luz no fim do túnel.
Levar em consideração as mulheres – além dos homens - e suas especificidades em estudos científicos
pode parecer óbvio hoje, quando nós temos evidência da suscetibilidade e
severidade em variadas doenças presentes nos dois sexos e as respostas de cada um
aos medicamentos e tratamentos. Mas isso nem sempre foi assim.
Muita
variação
As diferenças entre os sexos ou dimorfismo sexual é uma adaptação
evolucionária chave na maioria das espécies. Em muitos países a expectativa de
vida das mulheres é maior, em média, que a dos homens.
Não sendo surpresa que após milhões de anos de evolução,
diferenças fundamentais existam em muitos aspectos da nossa biologia. As
diferenças entre os sexos têm sido documentada em doença cardiovascular e acidente
vascular cerebral, síndrome da fadiga crônica, asma e diversos tipos de câncer.
As diferenças biológicas incluem variação em
genética e fatores fisiológicos como o encurtamento dos telômeros, herança
mitocondrial, respostas celulares e hormonais ao estresse e função imune, entre
outras coisas. Esses fatores podem contar como uma parte da vantagem feminina
na expectativa de vida
Pesquisas tem encontrado diferenças de gênero em doenças
auto-imunes como artrite reumatoide, lúpus e esclerose múltipla e distúrbios
psicológicos como transtorno bipolar, esquizofrenia, autismo, transtornos alimentares,
déficit de atenção e hiperatividade.
A artrite reumatóide por exemplo, é duas vezes
mais comum em mulheres do que em homens. Um estudo encontrou que enquanto o
risco relativo de esquizofrenia é maior em homens acima de 39, para mulheres
esse risco é maior acima dos 50 anos.
Mas
por quê?
As razões para essas diferenças são várias e complexas – de
origens comportamentais e sociais, como por exemplo, fumar e idealizar a imagem corporal são
coisas diferentes no homem e na mulher – podendo explicar parcialmente as
diferenças em doenças como câncer de pulmão e transtornos alimentares.
As diferenças fisiológicas comuns como contagem
mais baixa de células vermelhas podem estar por trás da recuperação menor das
mulheres após um AVC (acidente vascular cerebral), bem como sua tendência a ter esse evento numa idade mais
avançada.
Diferenças biológicas também existem dentro dos
neurônios dopaminérgicos do cérebro e podem explicar a prevalência variada de
condições neurológicas. Já as diferenças genéticas entre os sexos podem
contribuir para uma maior mortalidade de homens com idades abaixo de vinte anos
em diversas doenças.
Homens e mulheres diferem também na sua
resposta aos tratamentos medicamentosos – com as mulheres apresentando uma
incidência maior de reações adversas, bem como respostas diferentes aos
medicamentos.
As diferenças sexuais na composição do corpo
são atribuídas às ações dos hormônios sexuais, os quais formam as diferenças de
gênero durante a puberdade. O estrogênio, por exemplo, é importante não somente
na distribuição da gordura do corpo, mas também nos padrões do desenvolvimento
ósseo feminino, o qual predispõe as mulheres a um risco maior de osteoporose na
terceira idade.
Será
que realmente importa?
Nas últimas duas décadas, o maior órgão financiador de pesquisas
biomédicas nos Estados Unidos, o The National Institute of Health (NIH),
tem se preocupado com estudos que
envolvem testes tanto para homens quanto para mulheres. No entanto, em muitos
outros países não existe essa preocupação.
Mas esse quadro tenderá a mudar com os recentes avanços na ciência
médica, que têm trazido novos conceitos como a “Medicina de Precisão”, a qual
reconhece que a variabilidade existe não somente entre os sexos, mas entre os
indivíduos.
Assim, o objetivo agora é assegurar que
cada paciente receba tratamento correto no tempo certo, com um mínimo de
efeitos colaterais. As mulheres podem ter sido negligenciadas pela pesquisa
médica por duas décadas, mas o avanço atual da tecnologia obrigatoriamente a
direciona para o benefício dos indivíduos.
Trad. livre nossa de: Equal but not the same: a male bias reigns in medical research
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Não existem questões estúpidas para um cientista
A astrofísica Jillian Scudder (Postdoctoral Research Fellow in Astrophysics at University of
Sussex) nos traz uma simpática discussão sobre o saber científico e a vergonha desnecessária
que as pessoas leigas atribuem ao seu desconhecimento científico. Frequentemente ela encontra pessoas muito curiosas sobre o espaço e seu
funcionamento, no entanto, ao fazerem as perguntas, estas sempre começam mais ou menos assim: “Não quero parecer idiota, mas...”, “Desculpe, sei que esta é uma
pergunta estúpida...”.
Mas as coisas não precisam ser dessa forma, pois com muita frequência
ela se depara com questões extremamente interessantes. Algumas fáceis de
responder, outras que requerem respostas menos exatas que devem ser respondidas
com cuidado, e outras ainda se referem a coisas que ela nunca havia pensado,
sendo possível fornecer como resposta somente algum insight básico.
Pergunte sem medo
Uma das melhores coisas de ser um cientista é que você aprende a deixar
de lado a vergonha que as pessoas têm quando não sabem alguma coisa. Sendo uma
cientista, não é o “não saber” que a incomoda. É não querer sanar a falta de
conhecimento que a incomoda. “Eu não sei a resposta para muitas coisas – mas se
eu encontrar alguém que pode saber a resposta, eu certamente perguntarei”.
Você não tem que ter uma “boa pergunta”, você dever perguntar o que você
quer saber. Bons cientistas não julgarão sua ignorância. “Eu sempre espero que a
maioria das pessoas saiba menos do que eu sobre o espaço, pois naturalmente
elas não passam tanto tempo estudando-o como eu.” Para ela, ajudar alguém leigo
a entender o universo não é desperdício de tempo. Se a pessoa realmente tem uma
questão, a maioria dos cientistas irá respeitá-la e provavelmente irá
respondê-la da melhor forma possível.
No entanto, isso não quer dizer que os cientistas estarão sempre à
disposição (ou de bom humor!) para responder perguntas. Se eles estiverem debruçados
sobre um computador, digitando furiosamente com fones de ouvidos, este não é
provavelmente um bom momento. E nem todos os cientistas tem a habilidade de
adaptar a resposta a um nível que um leigo consiga compreendê-la. Mas de modo
geral os cientistas gostam de falar sobre as coisas que eles gastam tanto tempo
aprendendo.
Astrocuriosos Anônimos
Jillian recebe tantas perguntas que acabou por lançar um blog: Astroquizzical, onde responde às
perguntas que recebe. “O blog é uma tentativa de criar um espaço amigável e não
intimidador para o público se sentir à vontade para perguntar suas dúvidas,
onde é possível submeter questões até mesmo anonimamente.”
A sociedade seria um lugar
melhor se as pessoas tivessem menos medo de expor sua ignorância em face do
conhecimento, permitindo-se ser curioso e fazer perguntas.
Todas as questões são
válidas. Você não precisa se envergonhar de não saber coisas, especialmente
coisas que outras pessoas passam suas vidas aprendendo. Então, se você
encontrar uma pessoa ou um local amigável onde você possa tirar suas dúvidas e
obter respostas satisfatórias, aproveite ao máximo. Você nunca sabe o que você pode aprender.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Minuto USP: Prevenção no Dia Mundial da luta contra o Câncer
Em comemoração ao Dia Mundial de Luta Contra o Câncer, 4 de fevereiro, a Liga de prevenção e combate à doença, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, distribuiu cartilhas com informações sobre o câncer de pele.
Fonte: TV USP Ribeirão
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Bentham Journals - free online access
A Bentham Science Journals está oferecendo um free online trial por 03 meses para os anos 2013-2014 de todos os seus títulos. O acesso é por IP address e cobre todo o campus de Ribeirão preto.
Início: 04 fev
Término: 04 maio
Bom acesso!
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