sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Feliz Natal!

Mais um Natal chegou e a BCRP deseja a todos os usuários da biblioteca e leitores do blog, um belo e iluminado Natal.

Compartilhamos abaixo, uma animação de 1948 - dirigida por Max Fleischer - estréia no cinema da (já) clássica história de Rudolph, a rena do nariz vermelho.




Divirtam-se!


Fontes:

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

NeuroChannel

Para disseminar informações relacionadas a estudos em neurociência, pesquisadores da área criaram o NeuroChannel, canal de vídeos no YouTube gerido pelo comitê organizador do 9º Congresso Mundial do Cérebro, que, em 2015, será realizado pela International Brain Research Organization (Ibro) no Rio de Janeiro.

Os vídeos trazem pesquisadores estrangeiros e brasileiros. Uma das gravações aborda o vício em drogas, com Barry Everitt, professor da University of Cambridge, no Reino Unido, falando sobre a vulnerabilidade do cérebro humano a substâncias estimulantes e refletindo sobre os principais desafios nesse campo. Em outro, Roberto Lent, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), fala sobre o fascínio que o cérebro exerce sobre as pessoas e métodos utilizados para estudar o órgão.


quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Saber Saúde

Saber Saúde é um programa da TVUSP Ribeirão Preto no youtube. Com linguagem acessível, informa a população sobre diversas doenças, diagnóstico, tratamento e prevenção.

Confira todos os programas deste ano:




sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Poesia e Ciência

Hydrogen

Through many faces
I have returned
to my father.
He stands in front of me
as if he were a scripture
and lets me look
through his telescope.
He is back with me,
as present
as before.


Through many faces
we have returned
to the source.
Everything was Hydrogen
but the Earth
has bound it.
Now
it’s being freed.
It invites us
to move machines,
arms and legs
a billion times,
letting us explore
comets, moons
and planets.


It is back
with us,
as present
as before.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Biomed Central

Informamos que já se encontra disponível o acesso à Biomed Central.
 
A BioMed Central é uma plataforma que reúne 272 periódicos em acesso aberto revisados por pares e indexados em bases de dados altamente conceituadas. O portfólio de revistas abrange todas as áreas da biologia, biomedicina e medicina, e inclui títulos de interesse geral como a BMC Biology e a BMC Medicine, juntamente com revistas especializadas como a Retrovirology e a BMC Genomics.
 
Todos os artigos originais de pesquisa publicados pela BioMed Central ficam disponíveis por acesso aberto em meio eletrônico imediatamente após sua publicação. A BioMed Central aplica uma taxa de processamento para cada artigo, a fim de cobrir o custo do processo de publicação. A USP, como membro da Biomed Central, proporciona aos seus autores um desconto de 25% sobre a taxa cobrada. 
 
Autores que publicam com a BioMed Central mantêm os direitos autorais de seu trabalho que são licenciados pelo Creative Commons, que permite que os artigos sejam re-distribuídos sem restrição, desde que a obra original esteja corretamente citada, possibilitando ainda o depósito do artigo no repositório institucional da USP "Biblioteca Digital da Produção Intelectual da USP" (www.producao.usp.br)
 

O link para acesso à Biomed Central é: http://www.biomedcentral.com/inst/135948


Seis anos do Portal de Revistas da USP

No mês de novembro o Portal de Revistas da USP completou seis anos de acesso aberto às revistas científicas publicadas pela universidade. Referência internacional no modelo de publicação, o Portal está entre os três maiores repositórios da América Latina, como citado no artigo “Universidades y acceso abierto: hora de tomar protagonismo”, publicado em outubro na Revista Iberoamericana CTS pela coordenadora do Programa de Acesso Aberto do Conselho Latino Americano de Ciências Sociais (CLACSO), Dominique Babini. Até o dia 26/11 o Portal já havia contabilizado cerca de 5,7 milhões de downloads dos 129 periódicos da USP em 2014.

O Portal da USP é hoje o maior dentre as universidades brasileiras. Ele fortalece a opção feita pelas revistas de acesso aberto, e também fornece mais transparência sobre os investimentos públicos na área científica. 
Estatísticas: 129 Revistas, 4051 Fascículos, 62710 Artigos

Leia  matéria completa aqui.


Conheça e acesse o 



sexta-feira, 28 de novembro de 2014

A segurança das velhas tecnologias

[trad. livre nossa resumida de http://bit.ly/1yqLF15

Na escrita, música, fotografia e outras áreas, tecnologias desatualizadas tem sido valorizadas por seu valor “retrô”, seu apelo nostálgico e hipster. O vinil é uma dessas tecnologias que mais tem despertado esse revival, no entanto, isso acontece não somente por seu valor "retrô", mas também pela qualidade do som.

Nessa onda nostálgica muitas pessoas têm notado também os benefícios relativos à segurança oferecida por essas tecnologias anacrônicas. A máquina de escrever por exemplo têm vivido um revival na política. No começo deste ano o político alemão Patrick Sensburg anunciou que os oficiais do governo alemão podem começar a usar máquinas de escrever, pois elas são uma tecnologia não "hackeável".
O mesmo aconteceu no governo russo, onde, em 2013 o chefe do serviço de segurança federal  Nikolai Kovalev disse que do ponto de vista de manter as coisas secretas, o método mais primitivo é preferível: “uma mão humana usando uma caneta ou um máquina de escrever”.

O uso de velhas tecnologias é criticado por ser anacrônico e pretencioso, mas muitas pessoas, do meio político ao meio artístico, estão reconhecendo os seus benefícios.
A tecnologia analógica não é valorizada somente por ser nostálgica, pelo seu valor “retrô”, mas por sua simplicidade em um mundo cada vez mais digitalizado que é vulnerável à hackers  e com brechas à privacidade. Assim, enquanto a tecnologia digital é anunciada como a mais eficiente em termos de velocidade e produtividade, as velhas tecnologias oferecem alguma coisa talvez mais valiosa, mas subestimada.
E não é somente as máquinas de escrever que ganharam um novo significado, a fotografia analógica se tornou popular de uns anos para cá com o movimento chamado Lomografia, cujo objetivo é produzir fotografias com low-fi quality, ou seja, de qualidade não convencional ou propositalmente baixa. E em relação à privacidade, a exemplo das máquinas de escrever, as câmeras analógicas ganham.
Mas se nós voltarmos atrás em termos de tecnologia, isso significa que a sociedade estará regredindo, andando na contramão da doutrina do progresso? Estaremos numa cultura de regressão?
Para o autor, isso depende do que entendemos como progresso. Pois este retorno às velhas tecnologias pode ser um progresso devido à maior priorização do conteúdo em detrimento da supervalorização da mídia, e assim também em relação à maior valorização da qualidade versus velocidade, e da privacidade versus exposição excessiva.
Dado o impacto que as novas tecnologias tem sobre o cérebro em termos de memória e criatividade, forçar o cérebro a ir com mais calma usando as velhas tecnologias pode realmente ser um progresso natural ao invés de regressão. Ou, se nós regredirmos em termos de tecnologia, nós podemos progredir em termos de intelecto, criatividade e privacidade.
E você, o que acha?

terça-feira, 25 de novembro de 2014

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Os Males Humorados para download

A Escola Nacional de Saúde Pública da FioCruz está disponibilizando para download o livro 'Os males humorados', organizado por Manoel Caetano Mayrink e Maria Lana, traz  conhecimento atual em Saúde Pública sobre transtornos mentais, uso de drogas, violência, desigualdades e movimentos sociais, com a profundidade necessária e séria  que o tema pede, mas com uma abordagem divertida.

Baixe aqui:



Boa leitura!