quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Artigos dos laureados com o Nobel 2014

A editora Wiley está disponibilizando acesso online gratuito até o final de dezembro aos artigos dos ganhadores do prêmio Nobel 2014 publicado em suas revistas:


Química:

Eric Betzig:  
·   From Angewandte Chemie International Edition: Facile and General Synthesis of Photoactivatable Xanthene Dyes
·   From Annals of the New York Academy of Sciences: Scanning Optical Microscopy at λ/10 Resolution Using Near-Field Imaging Methods
·  A book chapter on Photoactivated Localization Microscopy (PALM) of Adhesion Complexes from Single-Molecule Optical Detection, Imaging and Spectroscopy

Stefan W. Hell:  

William E. Moerner:
·  FromCurrent Protocols in Cell Biology: Photoactivated Localization Microscopy (PALM) of Adhesion Complexes


Física:

Isamu Akasaki and Hiroshi Amano:
·    book chapter from Nitrides with Nonpolar Surfaces: Growth, Properties, and Devices

Shuji Nakamura:
·   From physica status solidi (b): Progress in the growth of nonpolar gallium nitride
·   From physica status solidi (RRL)Improved electroluminescence on nonpolar m-plane InGaN/GaN quantum wells LEDsthat attracted more than 100 citations
·    From Advanced Materials, an article published in 1996: InGaN-based blue/green LEDs and laser diodes
·   book chapter from Nitrides with Nonpolar Surfaces: Growth, Properties, and Devices

Hiroshi Amano:


Fisiologia ou Medicina:

May-Britt Moser and Edvard I. Moser:
·  special issue, guest edited in Hippocampus on Grid Cells

John O’Keefe:
·   Chapters from Encyclopedia of Cognitive Science as well as the CIBA Foundation Symposium series.

Economia:

Jean Tirole:
·   From Journal of Money, Credit and BankingMacroeconomic Shocks and Banking Regulation(2012)
·   From Journal of the European Economic AssociationMust-take Cards: Merchant Discounts and Avoided Costs (2011)
·   From Economica: Individual and Corporate Social Responsibility (2009)


terça-feira, 4 de novembro de 2014

Mulheres na Ciência: Mary Somerville

Apresentamos nesta postagem, mais um capítulo em tradução livre nossa do livro Women in Sciencepublicado pela Comissão Européia de Investigação:

A cientista escocesa superstar

Uma criatura selvagem

Mary Fairfax nasceu em 26 de dezembro de 1780 na casa de seus tios em Jedburgh na Escócia, onde sua mãe, Margaret Charters, estava  descansando de sua viagem entre Londres e Fife. O pai de Mary, o Vice-Almirante Sir William George Fairfax estava em alto-mar a trabalho. Com um pai ausente e uma mãe cuja única preocupação era que ela aprendesse a ler a Bíblia e rezar, Mary teve, em suas próprias palavras, a permissão para crescer como uma criatura selvagem. Como era costume no século 18, a sua educação  foi ocasional e limitada. As únicas aulas formais que Mary teve foi durante um ano na Boarding School for Girls em Musselburgh, perto de Edinburgo, durante o qual  foi bastante infeliz. Ela estudou Aritmética aos 13 anos e deparou-se com a Álgebra acidentalmente quando lia um artigo numa revista para mulheres. Ela então persuadiu o tutor do seu irmão a comprar livros para ela, permitindo-lhe que pudesse desenvolver seu interesse pelo assunto.

Dois casamentos e um funeral.

Em 1804, Mary casa-se com seu primo, o Capitão Samuel Greig. Ele não possuía interesse em Matemática ou Ciência, e tinha em baixa consideração a intelectualidade das mulheres, porém não interferiu no estudo da esposa. O casal teve dois filhos, Woronzow e William George. Seu marido falece três anos após o casamento, em 1807.
A viuvez e uma considerável herança dão à Mary independência, permitindo que continuasse a estudar conforme seu desejo. Ela alcança uma sólida base em Matemática e começa a se interessar por Astronomia. Em 1812 se casa novamente. Seu segundo marido, Dr. William Somerville, era inspetor da junta médica do exército. Sendo ele um cientista, foi um ativo apoiador dos empreendimentos da esposa, servindo como seu secretário e editor, bem como introduzindo-a aos colegas cientistas. Seu círculo social em Londres incluía proeminentes estudiosos como Charles Babbage e a família Herschel. Mary e William tiveram  quatro filhos.

Uma personalidade magnética

Mary aprofundou-se seriamente em seus estudos e seu primeiro sucesso veio quando  ganhou uma medalha de prata num concurso de Matemática. Com o segundo marido estudou Geologia, coletou e descreveu minerais, expandindo mais tarde seus interesses com estudos de grego, Botânica, Meteorologia e Astronomia.

Ela começa seus experimentos científicos sobre o magnetismo no verão de 1825. No ano seguinte, seu paper ‘The magnetic properties of the violet rays of the solar spectrum’ foi apresentado na Royal Society pelo seu marido. O trabalho atraiu críticas favoráveis e foi publicado. Embora a teoria contida no paper tenha sido refutada mais tarde, o trabalho em si marcou Mary como uma habilidosa escritora científica.

Após esse sucesso, Mary é persuadida a  produzir uma tradução popular da Mécanique Celeste de Marquis de Laplace, a fim de que um público mais amplo pudesse entender o trabalho do grande matemático e astrônomo francês. A sua tradução e a longa introdução que adicionou à obra foram um triunfo. Um busto dela é colocado no hall da Royal Society em comemoração ao sucesso do acontecimento.

O Alinhamento dos Planetas

Mary viaja para a Europa Continental em 1832, onde passa a trabalhar em seu segundo livro. On the Connexion of the Physical Sciences, publicado em 1834, inclui uma discussão sobre um planeta hipotético perturbando Urano -  a qual inspira John Couch Adams a continuar sua investigação, que o leva à descoberta de Netuno.

Em 1835, junto com a astrônoma Caroline Herschel, Mary torna-se a primeira mulher membro da Royal Astronomical Society. O governo lhe concede uma pensão de 300 pounds por ano.

La dolce vita

Com William doente, os Somervilles mudam-se para a Itália em 1838, onde Mary gastaria a maior parte do resto de sua vida. Seu livro de maior sucesso, Physical Geography apareceu em 1848. Ele foi amplamente usado nas escolas e universidades por meio século. Ela posteriormente escreve mais dois livros, Molecular and Microscopic Science e sua auto-biografia, Personell Recollection (publicado em 1873), antes de sua morte em Nápoles, em 28 de novembro de 1872, um mês antes de completar 92 anos.

Realizações Científicas

Mary Somerville foi reconhecida pelos seus colegas cientistas como igual, e alcançou enorme sucesso popular com sua escrita e com sua habilidade de traduzir a informação científica em termos claros e inteligíveis para o grande público. Seus quatro trabalhos acadêmicos cobriram uma ampla gama de tópicos científicos, propondo novas teorias e tornando conceitos complicados mais fáceis de entendimento.

A óbvia capacidade intelectual de Mary, combinada com modéstia, demonstraram que as mulheres podiam rivalizar com os homens academicamente, e ela foi recompensada por isso com sua nomeação para a Royal Astronomical Society, passando a receber uma pensão governamental. Durante sua vida ela se esforçou para melhorar as oportunidades intelectuais e sociais para as mulheres. Esta certamente foi uma das razões pelas quais, após sua morte, uma das primeiras faculdades para mulheres da Universidade de Oxford, a Somerville College, ser assim chamada. Ela também foi imortalizada na designação de um asteroide e uma cratera lunar com o seu nome.


Maitland Building construído em 1913

Fontes das imagens: 

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Exposição de Origami

Até dia 14/11 estará na Biblioteca Central a exposição de Origami: a arte japonesa tradicional e secular de dobrar o papel. 








Venha prestigiar!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Eventos dos 80 anos da USP


Para marcar os 80 anos da fundação da Universidade de São Paulo, comemorados ao longo de 2014, ocorre em novembro o ciclo de debates “A USP e a Sociedade”.

A proposta do evento é reunir a cada semana do mês, convidados de destaque para discutir a contribuição da USP e sua interação com a sociedade em diferentes áreas.

As discussões ocorrem sempre no auditório do Conselho Universitário da USP (Rua do Anfiteatro, 513 - Butantã, São Paulo), com início às 9h45, horário que busca favorecer também a presença de interessados de outros municípios. O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas no site: sites.usp.br/80anos.

Informações também podem ser obtidas pelo e-mail usp80anos@usp.br   


04 de novembro - Difusão do conhecimento gerado na USP
  • Marco Antonio Zago, Reitor da USP
  • Vahan Agopyan, Vice-Reitor da USP
  • ​Antonio Carlos Hernandes, Pró-Reitor de Graduação
  • ​Bernadette Dora Gombossy de Melo Franco, Pró-Reitora de Pós-Graduação
  • José Eduardo Krieger, Pró-Reitor de Pesquisa
  • Maria Arminda do Nascimento Arruda, Pró-Reitora de Cultura e Extensão Universitária
10 de novembro - A USP e os meios de comunicação
  • Eugênio Bucci, Escola de Comunicações e Artes da USP - coordenação
  • Álvaro Pereira Jr, Grupo Globo
  • Roberto Godoy, O Estado de S. Paulo
  • Marcelo Leite, Folha de S. Paulo
17 de novembro - Inovação científica
  • Luiz Nunes de Oliveira, Instituto de Física da USP de São Carlos - coordenação
  • Glauco Antonio Truzzi Arbix, Presidente da FINEP
  • Glaucius Oliva, Presidente do CNPq
  • Hernan Chaimovich, coordenador adjunto de programas especiais e coordenador dos CEPIDs da FAPESP
24 de novembro - USP como geradora de conhecimento em padrão de excelência
  • Celso Lafer, Presidente da FAPESP – coordenação
  • Fernando Henrique Cardoso, ex-Presidente da República
  • José Goldemberg, ex-Ministro da Educação
  • Adib Jatene, ex-Ministro da Saúde
A organização do evento é uma iniciativa conjunta das quatro Pró-Reitorias da Universidade de São Paulo, com a seguinte equipe:

Prof. Dr. Moacyr Novaes (coordenador) – Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária

Prof. Dr. Rui Curi – Pró-Reitoria de Graduação
Profa. Dra. Agma J. M. Traina – Pró-Reitoria de Pós-Graduação
Profa. Dra. Luciane M. Ortega – Pró-Reitoria de Pesquisa


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Novo agregador de publicações periódicas de acesso aberto

Novo agregador de publicações  periódicas de acesso aberto é lançado como sendo  o primeiro agregador multidisciplinar de journals e papers de acesso aberto. O Paperity - como é chamado - segundo seu idealizador, o polonês Marcin Wojnarsky, irá conectar  autores com leitores, impulsionar a disseminação de novas descobertas e consolidar  a academia em torno da literatura de acesso aberto.

O agregador contém mais de 160.000 artigos de 2.000 journals acadêmicos e o número vêm aumentando. Seu objetivo é cobrir 100% da literatura de acesso aberto em três anos.

Para alcançar isso, o Paperity utiliza uma tecnologia para indexação de artigos desenhada por Wojnarsky. Segundo ele, seu sistema  indexa somente papers acadêmicos verdadeiramente revisados por pares e filtra entradas irrelevantes, como trabalhos de alunos ou versões preliminares de papers – os quais entram facilmente em outros agregadores e sistemas de busca.

O perfil multidisciplinar do Paperity vem de encontro às necessidades atuais de acesso amplo a vários campos de pesquisa, muitas vezes fora da área de investigação específica do pesquisador. Desse modo, ele cobre ciência, tecnologia, Medicina, Ciências Sociais, humanidades e artes. Segundo Wojnarsky existem sites similares como o PubMed Central (PMC), que também agrega journals de acesso aberto mas é limitado às Ciências da Vida. 
Outro serviço similar é o Directoryof Open Access Journals  (DOAJ), que indexa artigos de múltiplos periódicos de variadas disciplinas, mas não providencia agregação, somente indexação: apresenta metadados de artigos, mas direciona o acesso ao texto completo para sites externos. Além disso, tanto o PMC quanto o DOAJ impõem exigências técnicas pesadas sobre as publicações participantes, o que limita o escopo da agregação. Já o Paperity se adapta a qualquer tecnologia que um determinado periódico utilize.

O Paperity também mantém parceria com o the EU Contest for Young Scientists, a maior feira de ciências da Europa.




quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Quatro razões para o índice H permanecer

por Rachel Zawada
(tradução livre nossa)

Desde que o índice H foi introduzido na comunidade científica por Jorge Hirsch em 2005, muitos céticos têm protestado raivosamente. Podemos dizer que isso não é de se admirar, pois dizer a um pesquisador que será usado um índice para quantificar a sua produtividade e o seu impacto baseando-se em seus artigos mais citados é como dizer aos pais que o valor do seu bebê será avaliado. Provavelmente você já ouviu todos os argumentos contra o índice H, mas vamos recapitular alguns:

·   Ele concede a todos os co-autores de um paper o mesmo valor – do autor principal até o último autor da lista que contribuiu com o artigo.
·   Ele proporciona uma discriminação etária inversa – quanto mais velho o autor é, mais alto provavelmente será seu índice H.
·  Usá-lo para ranquear autores dentro das disciplinas é tão útil quanto comparar maçãs e laranjas.

A lista de críticas é grande, mas não vamos deixar de mencionar que até o modo como ele é calculado é tão simples que parece algo feito por uma criança. Apesar de todas as críticas e zombarias, me pergunto quem realmente rirá por último, pois, se o índice H é tão falho, então porque ele ainda é assunto há quase dez anos? Eu tive que vasculhar inúmeros artigos negativos e posts raivosos em blogs, mas finalmente encontrei algumas revelações surpreendentes sobre como a comunidade científica está abraçando-o de quatro grandes formas:

1. Medindo a performance da pesquisa. É conhecimento comum que usar o índice H para comparar resultados de pesquisas através de disciplinas diferentes não é justo para campos mais especializados. Entretanto, alguns sistemas de ranqueamento de universidades estão começando a incorporar o índice H dentro de sua metodologia no nível de assunto. O mais notável destes é o QS World University Rankings by Subject, o qual começou a usá-lo em 2013. Outros rankings universitários mundiais que agora utilizam o índice H incluem the University Rankings by Academic Performance, the National Taiwan University Ranking, and the Center for World University Rankings.

2. Fundos de Concessão/Financiamento. Estudos publicados em uma variedade de publicações multidisciplinares peer-reviewed tem relatado que um índice H mais alto está correlacionado com obtenção de financiamento. A World Neurosurgery até mesmo relata que o índice H é o único preditivo bibliométrico para receber financiamento do National Institute of Health, proeminente concessor de financiamentos dos Estados Unidos. Artigos levantados sobre o tema: From Ophthalmology (Svider PF et al. The association between scholarly impact and National Institutes of Health funding in ophthalmology. Ophthalmology. 2014; 121(1): 423-428.) to Academic Radiology (Rezek I et al. Is the h-index predictive of greater NIH funding success among academic radiologists? Acad Radiol. 2011; 18(11): 1337-1340.) to Acta Anaesthesiologica Scandinavica (Pagel PS, Hudetz JA. H-index is a sensitive indicator of academic activity in highly productive anaesthesiologists: results of a bibliometric analysis. Acta Anaesthesiol Scand. 2011; 55(9):1085-9.).

3. Decisões de promoção. O próprio Hirsch sugeriu que os valores do índice H poderiam promover o avanço na carreira de professores nas principais universidades de pesquisa. Embora esta métrica não seja a última palavra em critérios de promoção, ela parece carregar algum peso em avaliações formais. A School of Medicine at the University of Maryland e a Ohio State University são dois exemplos de instituições que colocaram referências ao índice H em suas diretrizes para o processo de promoção na carreira.

4. Auto-promoção. Membros do corpo docente das maiores universidades de cada continente expõem seu ranking no índice H junto com outros prêmios e qualificações em suas biografias online, perfis no Linkedin, etc. Esses autores estariam realmente mudando de opinião sobre o índice H? Talvez seja um exagero, mas eles parecem estar admitindo (meio à contragosto) que ele tem se tornado um índice bibliométrico amplamente reconhecido e influente na comunidade científica. Amando-o ou odiando-o – parece que índice H está aqui para ficar.

Texto original: 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Nobel 2014

Ganhadores do Prêmio Nobel deste ano:
  • Prêmio Nobel de Medicina: Mai-Britt Moser, Edvard I. Moser e John O’Keefe. Os três foram responsáveis por descobrir as células que constituem o sistema de posicionamento do cérebro.
  • Prêmio Nobel de Física: Shuji Nakamura, Hiroshi Amano e Isamu Akasaki. Os três foram premiados pela invenção do diodo emissor de luz LED.
  • Prêmio Nobel de Química: William E. Moerner, Eric Betzig e Stefan Hell. Os três receberam o prêmio por terem desenvolvido o microscópio de alta resolução.
  • Prêmio Nobel de Literatura: Patrick Modiano. Principal escritor francês da atualidade, Patrick utiliza Paris como pano de fundo para seus livros. Entre os temas geralmente abordados em suas obras estão as ruas e pessoas de Paris.
  • Prêmio Nobel de Ciências Econômicas: Jean Tirole. O economista francês ganhou o prêmio por sua análise do poder de mercado e regulação.
  • Prêmio Nobel da Paz: Kailash Satyarthi e Malala Yousafzai. Kailash. Kailash ganhou o prêmio pela sua luta contra o trabalho infantil. Já Malala venceu pela sua luta contra a opressão das crianças e pelo direito de todas as crianças à educação.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Autoplágio em Artigos Científicos

[extraído de: http://bit.ly/1sfGLSd]  O Committee on Publication Ethics (Cope), fórum de editores de periódicos científicos sobre ética na pesquisa, divulgou diretrizes para lidar com “reciclagem de texto”, ou autoplágio, praticada quando um autor copia trechos de seus artigos antigos em novos manuscritos. Com o advento de softwares capazes de rastrear repetições, tal artifício tornou-se facilmente detectável, desafiando os editores a tomar providências quando acham indícios de reaproveitamento em artigos já publicados ou manuscritos submetidos à publicação.

Produzidas pela plataforma de publicações BioMed Central por encomenda do Cope, as diretrizes consideram aceitável quando os trechos copiados estão nas seções de introdução, de métodos e até mesmo na de discussões. O uso de frases similares ou idênticas nessas seções, diz o documento, pode ser  até mesmo inevitável em algumas situações – como, por exemplo, quando o autor utiliza uma técnica que já descreveu anteriormente ou quando o artigo é um entre vários que produziu sobre um determinado tópico. Mas se a duplicação for detectada na hipótese, nos resultados, nas conclusões ou nas figuras, há risco de que a contribuição do paper não seja original, o que é inaceitável.

Baixe as diretrizes aqui