quarta-feira, 3 de setembro de 2014
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Assinaturas da Wiley
Periódicos da Editora Wiley assinados pelo SIBiUSP têm seu acesso liberado. A coleção compreende periódicos da própria editora e mais os títulos da AGU (American Geophysical Union). As assinaturas abrangem o período entre 1997-2014.
Alguns já tem link de acesso no site do Sibi, os que ainda não tem podem ser acessados direto no site da Wiley.
Títulos assinados:
Títulos assinados:
BIOTECHNOLOGY AND APPLIED
BIOCHEMISTRY
|
BIOTECHNOLOGY PROGRESS
|
BRITISH JOURNAL OF PHARMACOLOGY
|
CELL BIOLOGY INTERNATIONAL
|
CHEMPHYSCHEM
|
CHEMSUSCHEM
|
EMBO JOURNAL
|
EMBO REPORTS:
EUROPEAN MOLECULAR BIOLOGY ORGANIZATION
|
EOS TRANSACTIONS
|
EQUINE VETERINARY EDUCATION
|
GEOCHEMISTRY, GEOPHYSICS, GEOSYSTEMS
|
GEOPHYSICAL RESEARCH LETTERS
|
GLOBAL BIOGEOCHEMICAL CYCLES
|
INTERNATIONAL JOURNAL OF PSYCHOLOGY
|
IUBMB LIFE -
INTERNATIONAL UNION OF BIOCHEMISTRY AND MOLECULAR BIOLOGY
|
JGR ATMOSPHERES
|
JGR BIOGEOSCIENCES
|
JGR EARTH SURFACE
|
JGR OCEANS
|
JGR PLANETS
|
JGR SOLID EARTH
|
JGR SPACE PHYSICS
|
JOURNAL OF ACCOUNTING RESEARCH
|
JOURNAL OF ADVANCED TRANSPORTATION
|
JOURNAL OF
APPLIED BEHAVIOR ANALYSIS
|
JOURNAL OF HETEROCYCLIC CHEMISTRY
|
JOURNAL OF
INVESTIGATIVE AND CLINICAL DENTISTRY
|
JOURNAL OF
THE EXPERIMENTAL ANALYSIS OF BEHAVIOR
|
LARYNGOSCOPE
|
MATERNAL AND CHILD NUTRITION
|
OBESITY
|
PALEOCEANOGRAPHY
|
PHARMACOTHERAPY:THE
JOURNAL OF HUMAN PHARMACOLOGY
|
PROTEIN SCIENCE
|
RADIO SCIENCE
|
REVIEWS OF GEOPHYSICS
|
SPACE WEATHER
|
STATISTICAL
ANALYSIS AND DATA MINING
|
STEEL RESEARCH INTERNATIONAL
|
STEM CELLS:
THE INTERNATIONAL JOURNAL OF CELL DIFFERENTIATION AND PROLIFERATION
|
TECTONICS
|
THE PSYCHOANALYTIC QUARTERLY
|
WATER RESOURCES RESEARCH
|
terça-feira, 26 de agosto de 2014
TCCs publicados em agosto 2014 na Biblioteca Digital de Trabalhos Acadêmicos
Veja os Trabalhos de Conclusão de Curso que foram
disponibilizados na Biblioteca Digital de Trabalhos Acadêmicos em agosto. Para
acessá-los, clique nos títulos.
André Abreu Grieco
Dahyes Felix Regasso
Paulo Mangano de Almeida Santos
Priscilla Mariane
Cardoso Silva
Rafael Gil de Castro
Raphaela Martins de Carvalho
Boa Pesquisa!
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Má Conduta Científica
Artigo no site da agência
Fapesp aborda a má conduta científica como um problema global:
[extraído de: http://agencia.fapesp.br/19643] Plágio, falsificação e fabricação de resultados científicos
deixaram de ser problemas exclusivos de potências em produção científica, como
os Estados Unidos, Japão, China ou o Reino Unido.
A avaliação foi feita
por Nicholas Steneck, diretor do programa de Ética e Integridade na Pesquisa da
University of Michigan, nos Estados Unidos, em palestra no 3º BRISPE – Brazilian Meeting on Research
Integrity, Science and Publication Ethics, realizado nos dias 14 e 15 de
agosto, na sede da FAPESP.
Segundo Steneck, por ter atingido escala global, é preciso que
universidades, instituições de pesquisa e agências de fomento em todo o mundo
realizem ações coordenadas para lidar com essas questões, a fim de não colocar
em risco a integridade da ciência como um todo.
“Inicialmente, a má conduta científica era um problema limitado a
poucos países, como os Estados Unidos. Mas agora, nações emergentes em ciência,
como o Brasil, ‘juntaram-se ao clube’ em razão do aumento da visibilidade de
suas pesquisas, e têm sido impactadas de forma negativa por esse problema”,
disse Steneck, um dos maiores especialistas mundiais em integridade na
pesquisa.
Nos últimos anos, segundo
Steneck, passou a ser observado um aumento global do número de casos relatados
de má conduta científica. Um estudo publicado
na revista Proceedings of the National Academy of
Sciences of the United States of America (PNAS) sobre as causas de retratação de 2.047 artigos
científicos, indexados no repositório PubMed e produzidos por pesquisadores de
56 países, revelou que apenas 21,3% das retratações foram atribuídas a erro.
Por outro lado, 67,4% das retratações foram atribuídas à má
conduta científica, segundo o estudo. Dessas, 43,4% ocorreram por fraude ou
suspeita de fraude, 14,2% por publicação duplicada e 9,8% por plágio. Estados
Unidos, Japão, China e Alemanha responderam por três quartos das retratações.
Os autores do estudo estimam que a porcentagem de artigos que
tiveram de sofrer retratação por causa de fraude aumentou cerca de 10% desde
1975, quando os primeiros casos de má conduta científica começaram a vir a público.
Leia o artigo completo em:
Má conduta científica é um problema global, afirma pesquisador
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Autoria na pesquisa científica: quem fez o quê
Há tempos os trabalhos de
pesquisa não são mais trabalhos de uma única pessoa, principalmente nas áreas
biológicas e da saúde. A pesquisa colaborativa
produz papers com um grande número de autores – até mesmo dezenas deles – o que gera dificuldade de saber quem fez
o quê: quem concebeu o estudo? quem são os colaboradores? quem foram os
responsáveis pela redação, pela análise
dos dados, e assim por diante. A falta
de transparência nas atribuições de cada pesquisador gera problemas éticos como por exemplo, disputas de
autorias, inclusão – por variados motivos - de pesquisadores que não tiveram
participação alguma no trabalho e grupos de pesquisadores que alternam os nomes nas publicações.
Visando
solucionar essas distorções e tornar as participações de cada um mais precisas, alguns pesquisadores estão propondo o
preenchimento de uma taxonomia que identifica as atribuições na pesquisa
quando da submissão do paper ao
editor.
O projeto piloto do
software começou a ser testado em 2012 nas áreas biomédicas, obtendo resultados
positivos. Para dar continuidade ao desenvolvimento
da taxonomia, seus idealizadores pretendem unir-se ao National Information
Standards Organization para desenvolvê-la e aperfeiçoá-la testando-a
em outras áreas.
Leia sobre o projeto:
Leia mais sobre o assunto:
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Why we should trust scientists
TED vídeo interessante sobre relações de confiança e crença na ciência.
But it shouldn't be blind trust any more than we would have blind trust in anything. Our trust in science, like science itself, should be based on evidence, and that means that scientists have to become better communicators. They have to explain to us not just what they know but how they know it, and it means that we have to become better listeners.
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Informação em Saúde
Compartilhamos o artigo da Profa. Maria Cristiane B. Galvão sobre informação em saúde publicado no site INFOHome:
O presente texto sintetiza quatro estudos desenvolvidos durante o ano de 2013 que diagnosticaram aspectos sobre o ensino, os usos e a pesquisa em informação em saúde em uma universidade pública brasileira:
Informação em saúde na graduação
Informação em saúde na pós-graduação
Informação em saúde na prática clínica
A pesquisa sobre informação em saúde
Boa leitura!
Fonte: http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=849
quinta-feira, 10 de julho de 2014
MOOCs nos países em desenvolvimento
Massive Open Online Courses (MOOCs) tem trazido educação das melhores universidades para as pessoas ao redor do
globo. Relativo a isso, têm ocorrido discussões sobre se os MOOCs
podem ajudar a alavancar as nações em desenvolvimento.
Os que são favoráveis aos cursos dizem que eles trazem instruções de qualidade para os locais de muita pobreza, onde a universidade é pouco mais que uma fantasia. Mas os seus críticos estão preocupados com a grande quantidade de cursos vindos do ocidente – o que pode se configurar numa nova forma de imperialismo, destituindo formas mais eficazes de educação.
Os que são favoráveis aos cursos dizem que eles trazem instruções de qualidade para os locais de muita pobreza, onde a universidade é pouco mais que uma fantasia. Mas os seus críticos estão preocupados com a grande quantidade de cursos vindos do ocidente – o que pode se configurar numa nova forma de imperialismo, destituindo formas mais eficazes de educação.
Com apenas
dois anos de existência, os MOOCs têm florescido pelo mundo – disseminando-se
pelos países em desenvolvimento como India e China. Essas discussões fizeram parte do Fórum chamado “MOOCs in the Developing World” que
aconteceu na sede das Nações Unidas em Nova
York em 19 de junho de 2014.
Prós e Contras
Sobre o colonialismo dos Estados Unidos sugerido pelos contrários aos MOOCs, Anant Agarwal, Ceo da Edx (plataforma desenvolvida pela Harvard e pelo MIT) disse, atônito, que o
que ocorre é exatamente o contrário, pois os MOOCs podem alavancar os direitos humanos em alguns países.
Entre os céticos
sobre os efeitos dos MOOCs no mundo
em desenvolvimento, está o professor Philip
Altbach diretor do Center for International Higher Education at Boston College e
mundialmente reconhecido como analista de educação superior.
Ele chamou os MOOCs de "neo-colonialism of the willing", uma vez que os EUA têm desenvolvido a maioria dos currículos online disponíveis para estudantes dos países pobres. Sua preocupação é que esses cursos possam exacerbar as diferenças de classes, onde a elite assiste aulas no campus, enquanto os demais recorrem aos cursos online.
Ele chamou os MOOCs de "neo-colonialism of the willing", uma vez que os EUA têm desenvolvido a maioria dos currículos online disponíveis para estudantes dos países pobres. Sua preocupação é que esses cursos possam exacerbar as diferenças de classes, onde a elite assiste aulas no campus, enquanto os demais recorrem aos cursos online.
Segundo Barbara Kahn, professora de marketing na University of Pennsylvania’s Wharton School of Business, que tem cursos na plataforma Coursera, os MOOCs complementam a educação existente ao redor do mundo. Eles não substituem outros tipos de educação. Eles claramente preenchem algumas necessidades, adicionando valores e não os substituindo.
Entre os críticos, Stanley katz, professor de Public and International Affairs em Princeton, acredita que os MOOCs incorporaram a mais nova tecnologia – a internet – e a mais velha – a palestra. E isso não significa que estejam usando o melhor de ambos. Ele deixou de usar palestras como técnica de ensino no final dos anos 60. Os MOOCs estão sendo adotados, porém não adaptados, completa Altbach.
Agarwal no entanto não está preocupado
com essas críticas. Ele ressalta que existe uma taxa de 10% de completude nos
cursos com mais de 100.000 alunos, o que significa que 10.000 terminam um
curso. Isso não é uma surpresa segundo ele, pois existem poucas respostas por
parte dos educadores em relação a levar os conhecimentos às pessoas carentes de
educação ao redor do mundo.
Os MOOCs tem apenas dois anos ele diz. Nós
temos feito educação tradicional há 500 anos e ainda não resolvemos esse
problema.
“We’ll solve all of these issues eventually.”
Tradução livre nossa (resumida) do artigo: MOOCs in the developing world – Pros and cons, de Matt Krupnick, publicado no University World News.
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