quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Informação em Saúde

Compartilhamos o artigo da Profa. Maria Cristiane B. Galvão sobre informação em saúde publicado no site INFOHome:

Panorama Sobre a Informação em Saúde em uma Universidade Pública Brasileira: do ensino, dos usos e da pesquisa


O presente texto sintetiza quatro estudos desenvolvidos durante o ano de 2013 que diagnosticaram aspectos sobre o ensino, os usos e a pesquisa em informação em saúde em uma universidade pública brasileira:

Informação em saúde na graduação
Informação em saúde na pós-graduação
Informação em saúde na prática clínica
A pesquisa sobre informação em saúde

Boa leitura!

Fonte: http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=849 

quinta-feira, 10 de julho de 2014

MOOCs nos países em desenvolvimento

Massive Open Online Courses (MOOCs) tem trazido educação das melhores universidades para as pessoas ao redor do globo. Relativo a isso, têm ocorrido discussões sobre se os MOOCs podem ajudar a alavancar as nações em desenvolvimento.

Os que são favoráveis aos cursos dizem que eles trazem instruções de qualidade para os locais de muita pobreza, onde a universidade é pouco mais que uma fantasia. Mas os seus críticos estão preocupados com a grande quantidade de cursos vindos do ocidente – o que pode se configurar numa nova forma de imperialismo, destituindo formas mais eficazes de educação.

Com apenas dois anos de existência, os MOOCs têm florescido pelo mundo – disseminando-se pelos países em desenvolvimento como India e China. Essas discussões fizeram parte do Fórum chamado “MOOCs in the Developing World” que aconteceu na sede das Nações Unidas em Nova York em 19 de junho de 2014.

Prós e Contras

Sobre o colonialismo dos Estados Unidos sugerido pelos contrários aos MOOCs, Anant Agarwal, Ceo da Edx (plataforma desenvolvida pela Harvard e pelo MIT) disse, atônito,  que o que ocorre é exatamente o contrário, pois os MOOCs podem alavancar os direitos humanos em alguns países.

Entre os céticos sobre os efeitos dos MOOCs no mundo em desenvolvimento, está o professor Philip Altbach diretor do Center for International Higher Education at Boston College e mundialmente reconhecido como  analista  de educação superior.

Ele chamou os MOOCs de "
neo-colonialism of the willing", uma vez que os EUA têm desenvolvido a maioria dos currículos online disponíveis para estudantes dos países pobres. Sua preocupação é que esses cursos possam exacerbar as diferenças de classes, onde a elite assiste aulas no campus, enquanto os demais recorrem aos cursos online.

Segundo Barbara Kahn, professora de marketing na University of Pennsylvania’s Wharton School of Business, que tem cursos na plataforma Coursera, os MOOCs  complementam a educação existente ao redor do mundo. Eles não substituem outros tipos de educação. Eles claramente preenchem algumas necessidades, adicionando valores e não os substituindo.

Entre os críticos, Stanley katz, professor de Public and International Affairs em Princeton, acredita que os MOOCs incorporaram a mais nova tecnologia – a internet – e a mais velha – a palestra. E isso não significa que estejam usando o melhor de ambos. Ele deixou de usar palestras como técnica de ensino no final dos anos 60. Os MOOCs estão sendo adotados, porém não adaptados, completa Altbach.

Agarwal no entanto não está preocupado com essas críticas. Ele ressalta que existe uma taxa de 10% de completude nos cursos com mais de 100.000 alunos, o que significa que 10.000 terminam um curso. Isso não é uma surpresa segundo ele, pois existem poucas respostas por parte dos educadores em relação a levar os conhecimentos às pessoas carentes de educação ao redor do mundo.

Os MOOCs tem apenas dois anos ele diz. Nós temos feito educação tradicional há 500 anos e ainda não resolvemos esse problema.


“We’ll solve all of these issues eventually.”


Tradução livre nossa (resumida) do artigo: MOOCs in the developing world – Pros and cons, de Matt Krupnick, publicado no University World News.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Mais Copa 2014

O programa Unidiversidade do Canal Saúde da FioCruz debate a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Os contrastes do país, a visibilidade trazida pelo megaevento, quais os possíveis benefícios e males da realização da Copa no Brasil estão presentes neste programa, gravado na sede do Fluminense Futebol Clube, no Rio de Janeiro, antes do início do Mundial.


Assista e opine!


segunda-feira, 30 de junho de 2014

Agrotóxicos no Brasil

Os agrotóxicos no Brasil, antes de serem produzidos, exportados, importados, comercializados e utilizados, devem ser registrados em órgão federal, de acordo com as diretrizes e exigências dos órgãos federais responsáveis pelos setores da saúde, do meio ambiente e da agricultura. ( Lei nº 7802/89, que rege o processo de registro de um produto agrotóxico, regulamentada pelo Decreto nº 4074/02. )

No entanto, algumas mudanças vêm acontecendo no âmbito da legislação. Para explicá-las, e as possíveis consequências à população, a ENSP TV conversou com o pesquisador do Centro de Estudo da Saúde Trabalhador e Ecologia Humana da ENSP Luiz Cláudio Meirelles, que comentou o atual cenário da regulação no país, falou sobre o lobby praticado pelas indústrias, além de citar como a Fiocruz - através de diversas ações - vem atuando contra o uso de agrotóxicos no Brasil. [extraído de: http://bit.ly/1nYC1eE]




Acesse também, o 



quinta-feira, 26 de junho de 2014

Plataformas do Conhecimento

Governo Federal lança programa para estimular a pesquisa na área de ciência, tecnologia e inovação. O Programa Nacional de Plataformas do Conhecimento (PNPC) vai incentivar a pesquisa em 23 áreas do conhecimento pelo prazo de dez anos e entre os setores considerados "chaves" estão Agricultura, Defesa, Saúde e Energia. O decreto foi assinado pela presidente Dilma Rousseff em reunião conjunta com o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT) e da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), no Palácio do Planalto, em Brasília.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina, reforçou a importância do PNPC, uma vez que o programa será formado por medidas de estímulo a investimentos na busca por soluções para grandes problemas brasileiros, com objetivo de elevar parâmetros qualitativos e quantitativos de ciência, tecnologia e inovação (CT&I). "No prazo de 10 anos, contados a partir de 2015, cerca de 20 plataformas devem gerar conhecimento, produtos e processos com alto impacto na CT&I e, consequentemente, na vida das pessoas e do país", frisou.

Para Campolina, o PNPC é baseado em experiências internacionais, de politicas consistentes, como os megaprojetos tecnológicos da China; as plataformas tecnológicas europeias, formuladas exatamente para enfrentar a competição asiática; e os innovation hubs, nova versão das políticas científicas dos Estados Unidos, voltadas a salvaguardar a economia americana.

Cada plataforma vai reunir lideranças científicas para organizar recursos e desenvolver produtos com o apoio de empresas para lançá-los ao mercado. Para isso, o governo pretende lançar editais de fomento e financiamento, a fim de que pesquisadores e empresas se candidatem e desenvolvam seus projetos. As plataformas passarão pelas etapas de seleção da capacidade científica, inscrição e seleção dos pré-projetos por meio dos editais, julgamento e contratação das empresas e instituições de pesquisa e avaliação dos resultados e da continuidade dos recursos.

O financiamento das plataformas será realizado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Finep. As instituições de apoio do programa serão a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel/Eletrobras), o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes/Petrobras) e os institutos de inovação e de tecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

As 23 áreas beneficiadas são: medicamentos, vacinas, equipamentos de saúde, serviços de saúde, petróleo, robótica, monitoramento e vigilância da Amazônia, análises climáticas ,bioeconomia, engenharia básica, bioenergia, melhoramento genético, medicamentos e vacinas (agricultura, mudanças climáticas, agricultura de precisão, avião verde, VANTs, KC-390, FX-2, defesa cibernética, cidades inteligentes, banda larga e automação.


quarta-feira, 18 de junho de 2014

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Ciência: um salto no desconhecido

O biólogo e físico Uri Alon, pesquisador no Weizmman Institute of Science fala no TED sobre o método que criou, onde insere a emoção e a subjetividade na racionalidade e objetividade da ciência - tornando esta mais criativa e alertando os cientistas a pararem de pensar que a ciência é uma linha reta entre a pergunta e a resposta – existindo (muitas vezes) entre os dois, uma "nuvem", onde é possível se perder e assim encontrar uma resposta melhor e mais original para a pergunta.

Why truly innovative science demands a leap into the unknown


Bom vídeo!