terça-feira, 19 de novembro de 2013

Dicas para melhorar seu currículo

Para quem está terminando a faculdade e está entrando no mercado de trabalho, mas ainda não tem experiência profissional,  o site Universia Brasil dá dicas de como colocar no currículo – fazendo com que este se destaque  -  as experiências extracurriculares que fizeram parte da formação do estudante.

1 – Coloque as experiências mais importantes primeiro
Você fez trabalho voluntário, estudou informática e inglês e viajou para fora. Essas são três ótimas experiências para se colocar no currículo, mas, na sua área, qual é a que mais iria atrair a atenção do recrutador? Dependendo da vaga em que você irá se candidatar, pense qual experiência será um diferencial e coloque-as em evidência. 

2 – Seja claro e objetivo
Por mais incrível e longa que tenha sido a sua experiência durante o intercâmbio, é essencial que você seja objetivo. Diga o que você aprendeu, os acontecimentos mais importantes e, principalmente, como isso ajudou na sua formação. Se você estudou em alguma faculdade ou escola, diga qual é o nome e a duração do curso. Afinal, são esses dados que os recrutadores desejam saber. 

3 – Seja seletivo
Mesmo que você tenha feito diversos cursos, viagens e trabalhos voluntários, é importante que você foque mais em qualidade do que em quantidade. Pode ser que um curso de apenas algumas semanas seja muito mais proveitoso do que um de anos, dependendo da vaga. É importante que você saiba quais aspectos irão fazer com que o seu currículo se destaque.
   
4 – Futuro
Mostre como todas as atividades extracurriculares ajudaram na sua formação e serão um diferencial na empresa. Explique as situações que você passou durante uma certa experiência e como isso será de bom proveito no ambiente de trabalho.


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Usando palavras-chave para otimizar as buscas aos artigos

Em tempos de Google e Altmetrics é fundamental otimizar as buscas pelo seu artigo. Veja abaixo algumas dicas de como fazer isso por meio das palavras-chave escolhidas. Quem dá as dicas é a consultora de marketing para publicações Anne-Marie Green, colunista do blog da editora Wiley:


Pense nos assuntos que as pessoas possam buscar para encontrar seu artigo:

A frase, ou as primeiras 3 ou 4 palavras que primeiro vierem à sua mente são as que mais descrevem o seu artigo. Nos dois títulos do exemplo abaixo é possível identificar palavras-chave e termos de buscas já inseridos neles:  “Ocean Acidification and Its Potential Effects on Marine Ecosystems” and “Nanomaterials in the environment: Behavior, fate, bioavailability, and effects.”

Use ferramentas para auxiliá-lo:

Existem algumas ferramentas gratuitas que ajudam a encontrar quais termos relacionados ao assunto do seu artigo são palavras-chave populares/termos mais buscados. (estes sites selecionam algumas: (http://www.iacquire.com/blog/the-best-free-premium-keyword-research-tools/, http://www.webpronews.com/keyword-planner-alternatives-for-keyword-research-who-will-rise-to-the-challenge-2013-09, http://moz.com/blog/keyword-volume-tools)


Tenha certeza de que as palavras-chave escolhidas estejam refletindo precisamente o conteúdo do seu artigo

Use as palavras-chave para sua vantagem:

Existe algum outro nome ou acrônimo para um conceito, estudo, composto, etc. que você esteja descrevendo em sua pesquisa? Inclua-o!

Repita as palavras-chave em seu abstract de modo que façam sentido:

É importante repetir as palavras-chave no abstract, mas se assegure de que essa repetição não comprometa o seu principal objetivo, que é comunicar brevemente o conteúdo do artigo.


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Bee Or Not To be?

A campanha Bee Or Not To be? (Abelhas ou não existir?), criada pelo Prof. Lionel Segui Gonçalves, do Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP (atualmente aposentado), baseia-se em estudos que apontam associação entre redução das populações de abelhas e uso de agrotóxicos. Segundo o especialista, este desaparecimento traz como principal consequência a falta de alimentos. “Aproximadamente 70% dos alimentos que consumimos dependem da polinização das abelhas. Elas também polinizam as áreas verdes. Assim, se elas acabarem, podemos sucumbir por falta de oxigênio”.

O objetivo da campanha é conscientizar a população para a importância destes insetos, responsáveis pela polinização.

E, como forma de chamar a atenção das autoridades, foi criada uma petição on-line em favor das abelhas. Segundo ele, “a pessoa só precisa disponibilizar o nome e o e-mail”. Paralelamente, estão desenvolvendo amplo trabalho de conscientização em escolas, esclarecendo, desde cedo, crianças e adolescentes sobre a importância destes insetos. A divulgação é feita por meio de palestras, cartazes, folders e diversos materiais ilustrativos. O material foi produzido gratuitamente por uma agência de publicidade de Ribeirão Preto, cujo dono é filho do professor Gonçalves.

Conheça o projeto e colabore assinando a petição: 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

TCCs publicados em Agosto, Setembro e Outubro de 2013 na Biblioteca Digital de Trabalhos Acadêmicos

Veja os Trabalhos de Conclusão de Curso que foram disponibilizados na Biblioteca Digital de Trabalhos Acadêmicos em agosto. Para acessá-los, clique nos títulos.

Vinícius Dândolo


Leandro Nardi


Maria Izabel Martinez da Matta


Marco Modotte Chiara


Fábio Garcia Leal Ferraz


Ralph Melles Sticca


Ralph Melles Sticca


Felipe Makoto Koga


Bruno Caruso


Jessica Chen Ishimoto


Jorge Afonso Fabrini


Herbert Henrique Nobrega Padilha


Boa consulta!

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Aconteceu na Biblioteca

Na semana passada, de 21 a 25/10 aconteceu na Biblioteca Central a "XVI Semana do Livro e da Biblioteca na USP"

A programação incluiu música, treinamentos em bases de dados, palestra e filme. 

Veja abaixo algumas fotos do evento: 







Agradecemos a participação de todos!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Mulheres na Pesquisa Científica Mundial

Um estudo realizado por um grupo de pesquisa sediado na Universidade de Washington, Estados Unidos, indica que a participação de mulheres na publicação de artigos científicos está crescendo em praticamente todas as áreas do conhecimento no mundo, mas o aumento da presença feminina tem menos fôlego quando se analisam em separado os artigos com um único autor, aqueles que resultam do esforço individual de um pesquisador, e também nos artigos com vários autores,  há menos mulheres na posição de autor principal.

O estudo debruçou-se sobre o acervo de um repositório digital que contém mais de 1.900 periódicos de vários países publicados nos últimos quatro séculos, o Jstor (acrônimo para Journal Storage). As mulheres representam 21,9% de todos os autores identificados na base Jstor. Mas entre os papers com um único autor 17% foram elaborados por mulheres e 83% por homens. 

A posição ocupada por mulheres na lista de coautores de artigos escritos por várias pessoas recebeu atenção especial no estudo. Constatou-se que, em muitas áreas, elas estão sub-representadas tanto na primeira posição da lista, que em geral indica o autor principal, quanto na última, usualmente reservada para o orientador ou coordenador do grupo de pesquisa. No caso da biologia molecular e celular, por exemplo, a participação da mulher como autora principal ou única do artigo foi de 15,8% entre 1665 e 2010 – diante de 26,7% de participação feminina sem levar em conta a posição.

O estudo da Universidade de Washington apresenta um panorama da publicação científica, mas não esmiúça as diferenças entre países. No Japão, por exemplo, as mulheres compunham apenas 11,1% da força de trabalho acadêmica do país em 2004, enquanto Portugal apresentava uma taxa de 40%, segundo dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). No Brasil, a situação é considerada mais favorável na comparação com outros países. “Aqui, a entrada de mulheres é cada vez maior em todos os níveis acadêmicos”, diz Jacqueline Leta, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e estudiosa das questões de gênero na ciência. 


Leia o artigo na íntegra:




quinta-feira, 24 de outubro de 2013

William Harvey simula 33 problemas cardíacos

Um boneco importado dos EUA, apelidado pelos alunos de William Harvey (nome de um dos principais estudiosos do sistema circulatório humano) têm como objetivo preparar o aluno para diagnosticar doenças raras. Avaliado em US$ 50 mil, o boneco é capaz de simular situações que desafiam o conhecimento do estudante. Através do som e das batidas do coração, do comportamento das artérias e pulsos, o aluno consegue ter um diagnóstico completo de problemas, inclusive raros, como o sopro, uma indicação para doenças como das válvulas cardíacas.

Para o professor de medicina e coordenador do laboratório de simulação da USP, Antonio Pazin Filho, o uso do boneco proporciona a possibilidade de diferenciar características sutis entre uma doença e outra. "Consigo mostrar uma série de sinais que às vezes o aluno não teria condições de ver, porque são doenças muito raras. Posso modificar diversas doenças, mostrando o que é o normal, o que é diferente, por que está diferente, enquanto ele examina a pessoa", diz. 

A diferença entre "Willian Harvey" e os demais simuladores cardíacos já existentes está no conjunto de sinais que o modelo expõe ao aluno, segundo Pazin Filho. "Temos simuladores de menor complexidade. Aqui o som é sincronizado com todos os sinais físicos que o boneco pode apresentar, como pulsação, desvio da ponta do coração, pressão arterial. O aluno junta tudo isso e tenta fazer o diagnóstico. Pegamos o que o doente conta para nós, que são os sintomas, com o que a gente examina, a que chamamos de sinal. O conjunto nos dá uma síndrome, que é um jeito de estreitarmos a gama de doenças que a pessoa pode ter."

Assista aqui o vídeo da reportagem veiculada na EPTV



terça-feira, 22 de outubro de 2013