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segunda-feira, 15 de abril de 2019

E-Books Springer


Lista dos e-books adquiridos da Springer Nature do período 2005-2010 das áreas de Matemática e Estatística.




O acesso aos esses e-books está disponível pelo link: 





Bom estudo!

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Semana Internacional do Acesso Aberto

A Semana Internacional do Acesso Aberto (Open Access Week), que acontece de 22 a 26 de outubro de 2018, comemora grandes novidades que prometem alavancar o movimento em todo o mundo.
No início de setembro de 2018, uma coalizão de financiadores de pesquisa em toda a Europa anunciou que, a partir de 1º de janeiro de 2020, todo trabalho científico publicado com a ajuda de financiamento público deverá estar disponível em acesso aberto para leitura e download. O chamado cOAlition S ou Plano S, lançado pela Science Europe, é um projeto da União Europeia vinculado a 13 agências de financiamento de pesquisa de 12 países europeus [1].
Nos termos do acordo, os cientistas que estiverem realizando novos contratos de financiamento de órgãos públicos participantes terão que disponibilizar livremente quaisquer documentos de pesquisa para leitura e download imediatamente após a publicação em plataformas de acesso aberto. A iniciativa basicamente proibiria os pesquisadores que trabalham com dinheiro público de publicar em títulos influentes, incluindo Nature e Science, que ainda não são totalmente abertos. A publicação em periódicos híbridos de acesso aberto também seria proibida, confirmou a coalizão, embora uma fase de transição seja implementada [2].
Apesar do movimento em torno do acesso aberto ter sido iniciado há cerca de 15 anos, hoje no Reino Unido, somente 37% das produções acadêmicas são publicadas em periódicos e plataformas de acesso aberto (Dados da SCONUL- The Society of College, National and University Libraries). Hoje, é consenso que a continuidade do movimento do acesso aberto depende de ações mais efetivas. Como a Science Europe observa, o sistema de recompensas em pesquisa precisa de atenção para promover uma cultura na qual a abertura é incentivada. Iniciativas como a Declaração de São Francisco sobre Avaliação de Pesquisa (DORA), o Manifesto de Leiden, e a Matriz de Avaliação de Carreira do Open Science (OS-CAM) são passos em direção a isso, além do Fórum de Métricas Responsáveis de Pesquisa.
Desde o anúncio do “Plano S” tem havido muito debate sobre o que ele representa. Como era de se esperar, as grandes editoras não reagiram bem. A International Association of Scientific, Technical and Medical Publishers (https://www.stm-assoc.org/) pediu “cautela”, sugerindo que tal transição tem o potencial de criar “limitações às liberdades acadêmicas”, assim como limitar “a viabilidade geral e a integridade do registro científico”[3].

Os 10 Princípios do Plano S

O princípio fundamental é o seguinte:

“Após 1 de janeiro de 2020, publicações científicas sobre os resultados de pesquisas financiadas com subvenções públicas fornecidas por conselhos nacionais e europeus de pesquisa e órgãos de financiamento devem ser publicadas em periódicos de acesso aberto compatíveis ou em plataformas de acesso aberto compatíveis.” [1].

Além disso:
  • Os autores mantêm os direitos autorais de sua publicação sem restrições. Todas as publicações devem ser publicadas sob uma licença aberta, preferencialmente a licença Creative Commons Attribution CC BY. Em todos os casos, a licença aplicada deve cumprir os requisitos definidos pela Declaração de Berlim;
  • Os financiadores assegurarão conjuntamente o estabelecimento de critérios e requisitos robustos para os serviços que os periódicos de acesso aberto de alta qualidade e plataformas de acesso aberto devem fornecer;
  • Caso tais periódicos ou plataformas de acesso aberto de alta qualidade ainda não existam, os financiadores fornecerão, de forma coordenada, incentivos para estabelecê-los e apoiá-los quando apropriado; também será fornecido apoio para infra-estruturas de acesso aberto, quando necessário;
  • Quando aplicável, as taxas de publicação do Acesso Aberto são cobertas pelos financiadores ou universidades, não por pesquisadores individuais; Reconhece-se que todos os cientistas devem poder publicar o seu trabalho Open Access, mesmo que as suas instituições tenham meios limitados;
  • Quando as taxas de publicação do Acesso Aberto são aplicadas, seu financiamento é padronizado e limitado (em toda a Europa);
  • Os financiadores solicitarão às universidades, organizações de pesquisa e bibliotecas que alinhem suas políticas e estratégias, principalmente para garantir transparência;
  • Os princípios acima devem ser aplicados a todos os tipos de publicações científicas, mas entende-se que o cronograma para alcançar o Acesso Aberto para monografias e livros pode ser maior que 1º de janeiro de 2020;
  • A importância dos arquivos e repositórios abertos para hospedar os resultados da pesquisa é reconhecida por causa de sua função de arquivamento a longo prazo e seu potencial de inovação editorial;
  • O modelo ‘híbrido’ de publicação não é compatível com os princípios acima;
  • Os financiadores monitorarão o cumprimento e sancionarão o descumprimento.[1]
Nesse cenário, os repositórios institucionais de produção científica e as revistas em acesso aberto ganham importância inequívoca. De acordo com Bill Hubbard do Jisc (Joint Information Systems Committee United Kingdom), o Plan S permitirá que os repositórios se tornem mais abrangentes e inovadores no acesso, uso, mineração de dados, seleção e reempacotamento de conteúdo. Ir além do material publicado abordado no Plano S para incluir dados de pesquisa e outros produtos do processo de pesquisa só aumentará o potencial dos repositórios. Ainda segundo Hubbard, o prazo de 2020 que foi definido pelo Plano S cria urgência para as universidades encontrarem soluções e para organizações de apoio ao setor, como a Jisc, impulsionarem essa mudança [4].
== REFERÊNCIAS ==
[1] SCIENCE EUROPE. COAlition S. Disponível em:<https://www.scienceeurope.org/coalition-s/> Acesso em 21 Oct. 2018.
[2] PELLS, Rachael. European funders set 2020 deadline for open access publishing. THE World University Rankings Blog, Sept. 4, 2018. Disponível em:<https://www.timeshighereducation.com/news/european-funders-set-2020-deadline-open-access-publishing> Acesso em: 21 Oct. 2018.
[3] PELLS, Rachael. Plan S: a shock or a solution for academic publishing? THE World University Rankings Blog, Sept. 7, 2018. Disponível em:<https://www.timeshighereducation.com/news/plan-s-shock-or-solution-academic-publishing> Acesso em: 21 Oct. 2018.
[4] HUBBARD, Bill. Plan S will bring many changes, but the death of the repository should not be one. THE World University Rankings Blog, Oct. 20th 2018. Disponível em: <https://www.timeshighereducation.com/plan-s-will-bring-many-changes-death-repository-should-not-be-one> Acesso em: 21 Oct. 2018.

Reprodução de artigo publicado: 

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

VantagePoint

O software VantagePoint (VP) é uma importante ferramenta de mineração e análise de dados que está disponível aos bibliotecários e técnicos do Sistema de Bibliotecas da USP (SIBiUSP) por meio de acesso remoto a computadores virtuais especialmente preparados para utilização desse aplicativo.

Por meio do VantagePoint é possível realizar análises bibliométricas e estudos relacionados à produção científica de uma determinada área de conhecimento, instituição ou pesquisador, análise de coleções, verificação de erros e inconsistências em registros bibliográficos, bem como análises de tendências de pesquisa, desde que se tenha o arquivo de dados, que pode ser obtido a partir de bases de dados como a Web of Science, Scopus, etc, ou bancos de dados bibliográficos como o Dedalus (Aleph/USP).

Exemplos de Estudos usando o software



Consulte a lista completa de estudos: 

Para acesso a essa ferramenta de análise bibliométrica, consulte a sua Biblioteca.


Fonte: Sibi-USP

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Conheça a Plataforma BDPI - USP


http://bdpi.usp.br/


No Brasil, o Currículo Lattes permanece como a principal fonte de informação das atividades desenvolvidas por pesquisadores, fornecendo dados de produção a diversos sistemas e plataformas institucionais. Indicadores gerados por sistemas internacionais de informação como a Web of ScienceScopus e, mais recentemente o Dimensions, têm sido agregados como fontes de dados a algumas plataformas, com maior ou menor sucesso. 

No esteio dessas tendências, a Biblioteca Digital da Produção Intelectual da Universidade de São Paulo (BDPI) é um sistema de gestão e disseminação da produção intelectual (científica, acadêmica, técnica e artística) gerada pelas pesquisas e atividades desenvolvidas na Universidade de São Paulo (USP).   

Funcionando como metabuscador, a BDPI congrega informações historicamente consolidadas a partir dos registros cadastrados no Dedalus (Banco de Dados Bibliográficos da USP) e na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD) da USP, e integra com outros sistemas de informação, extraindo dados do Lattes e de bases indexadoras internacionais como Web of Science, Scopus e Dimensions. Dessa forma, proporciona, a partir de uma única interface, a descoberta, recuperação e rastreabilidade da produção científica e acadêmica dos pesquisadores, departamentos e unidades da Universidade.

Hoje, a Plataforma BDPI reúne mais de 767.800 registros cadastrados de produção intelectual gerada por pesquisadores da USP e 154.800 registros de teses e dissertações defendidas na Universidade. Diariamente esses números são atualizados, à medida que os bibliotecários cadastram novos documentos. Todos os registros podem ser localizados também pelo Google. 


A BDPI pode ser utilizada como plataforma de descoberta de artigos, trabalhos de evento, livros e capítulos de livro, teses e dissertações por assunto, autor e por unidade, expressando competências e especialidades dos pesquisadores da USP. 

A BDPI também pode ser usada como fonte de indicadores e métricas associadas às produções acadêmicas e científicas registradas, apresentando, a partir de facetas, as totalizações de produção por tipo de material, autor, ano de publicação, idioma, título da fonte, editora, idioma, agência de fomento, indexação em bases de dados, entre outras opções de recuperação de dados. Permite ainda a geração de Relatórios que podem ser visualizados na própria interface ou podem ser exportados em formato csv.


O objetivo da Biblioteca Digital da Produção Intelectual da Universidade de São Paulo (BDPIé ampliar a visibilidade e acessibilidade aos resultados das pesquisas realizadas na USP. Todos os registros possuem link para o texto completo, quando o mesmo está disponível e acessível na Universidade. De qualquer forma, no cerne da iniciativa está a ideia de promover o acesso aberto (open access) aos documentos na íntegra, democratizando esse acesso e estimulando o compartilhamento do conhecimento gerado.


                                 Leia o artigo na íntegra em:





Fonte: MURAKAMI, T.M. ; DUDZIAK, E.A. Plataforma BDPI revela indicadores e a produção de pesquisadores da USP. Disponível em: <https://www.sibi.usp.br/?p=20319> Acesso em: 30. 05. 2018.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

BMJ Best Practice – Trial na USP

Trial na Usp até 17 de Junho




https://bestpractice.bmj.com/


Best Practice é uma base de medicina baseada em evidências com o conteúdo totalmente em português, facilitando o acesso à informação de ponta para todos os profissionais da saúde — médicos, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, etc — e não somente àqueles que dominam a língua inglesa, pois é totalmente em português.

Seu é conteúdo avalizado e respaldado por BMJ Group, um dos maiores grupos editoriais de medicina e saúde em todo mundo (responsável, entre outras publicações pelo The BMJ — British Medical Journal).

Acesso simultâneo, ilimitado e irrestrito a todos os membros da comunidade acadêmica e de pesquisa da USP.

APP - Disponível offline (sem necessidade de conexão à internet) através do app 
BMJ Best Practice, assegurando acesso ao conteúdo desejado onde é mais necessário: na beira do leito. Necessária a criação de uma conta pessoal no Meu BMJ Best Practice— com a conta criada, o acesso à informação de forma remota será liberado.

Deixe  sua opinião a respeito de BMJ Best Practice: envie sua avaliação para:

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Apoio ao Pesquisador




Você conhece a página do Sibi-USP 


Se não, está na hora de conhecer:


Escrita e Publicação Científica
Bases de Dados
Fontes de Informação
Identificação do Pesquisador
Dados de Pesquisa
Gerenciadores de Referências e Citações
Agências e Oportunidades de Financiamento
Integridade e Prevenção do Plágio


Acesse e Confira:







Imagens:

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

ORCID USP: tudo o que você precisa saber

Instituições como a CAPES e revistas internacionais como a Nature passaram a exigir o registro ORCiD em alguns de seus processos. Em breve, isso também vai acontecer na USP.

Pró-Reitoria de Pesquisa da USP recomenda a todos os pesquisadores (docentes, estudantes e servidores não docentes) adotem o registro ORCiD Autenticado USP. O ORCiD (Open Researcher and Contributor ID) é um identificador digital internacional gratuito para pesquisadores, único capaz de reunir as informações dos outros identificadores (ResearcherID, ScopusID, GoogleID). 

Crie ou atualize seu registro ORCiD Autenticado USP no link: http://www.usp.br/orcid/

Para sua informação, encaminhamos a FAQ (Frequently Asked Questions) do ORCiD que, além de estar disponível no site do SIBiUSP, segue abaixo. Caso tenha sugestões de melhoria e/ou novas perguntas, por favor nos encaminhe. 

FAQ – ORCiD

  • O que a organização ORCID faz?
ORCID é uma organização internacional, aberta, interdisciplinar, sem fins lucrativos que representa a comunidade científica – pesquisadores, editores, organizações de pesquisa, financiadores – todas as partes interessadas no processo de comunicação científica e acadêmica. Seu objetivo é consolidar um único Identificador Digital para o acadêmico/pesquisador, gratuito e integrado em nível global.  
  • O que é identificador ORCiD e para que serve?
Um ORCiD iD é um identificador único, gratuito e persistente de 16 dígitos (É algo como “0000-0002-0123-208X.“) que segue o indivíduo ao longo da sua carreira, independente de sua formação ou afiliação. Os Registros ORCID armazenam informações como nome, variações de nome, e-mail, educação, afiliação e atividades, tais como publicações, concessões, patentes e outros trabalhos acadêmicos, por meio de uma interface que permite gerir a privacidade de seus dados. O ORCiD iD facilita a atualização de dados e informações à medida que proporciona a integração entre o indivíduo (pesquisador/acadêmico) e o fluxo de suas atividades profissionais, desde a submissão de manuscritos até a publicação de artigos, registro em bases e bancos de dados, atualização de informações e publicações, coleta e validação de informações e currículos por entidades como órgãos de financiamento, editores, universidades e grupos de pesquisa. 
  • O ORCiD iD é validado por alguma entidade?
O ORCiD iD é mantido por uma Organização internacional sem fins lucrativos de mesmo nome: ORCID. Além de ser validado por essa organização, o registro ORCiD é um subconjunto do International Standard Name Identifier (ISNI) mantido sob os auspícios da International Organization for Standardization (ISO). É totalmente gratuito e garante a identificação única do indivíduo independente de sua afiliação, área de conhecimento, produção, grau ou profissão. O sistema ORCiD também permite a coleta, visualização, conexão e sincronização de informações de e para sistemas, uma vez que o ORCiD interopera com outros sistemas e bancos de dados. 
  • Qual é a vantagem de manter um identificador ORCiD?
O identificador ORCiD garante uma visibilidade mundial, ao mesmo tempo em que padroniza e desambigua o nome certo do pesquisador, realizando a diferenciação de outros pesquisadores. Além disso, o ORCID iD facilita a vinculação e atualização de suas publicações e atividades por meio da integração e sincronização de trocas de dados entre organizações confiáveis. O método de vinculação é rápido e transparente. Desta forma, não será mais necessário atualizar suas atividades e publicações em diferentes bases de dados e currículos. Para mais informações, consulte o Tutorial_ORCID_USP_Outubro_2017

Outras vantagens: identificação inequívoca e persistente, atualização automática de trabalhos após autorização, aumento da visibilidade de suas pesquisas, reconhecimento internacional, interação e rápida identificação com sistemas corporativos, editoras, agências de financiamento e fomento, currículo lattes. 
  • Não sou da USP. Posso criar meu registro ORCiD? Tenho que pagar alguma coisa?
Sim. Qualquer pessoa pode criar e manter gratuitamente um registro ORCiD. Basta acessar o link: http://orcid.org e registrar-se.
  • Quero preencher o registro ORCiD. Existe algum Tutorial?
Para facilitar o processo de preenchimento do seu registro, consulte o Tutorial ORCiD 2017.
  • Ao consentir que a USP vincule ou atualize meus dados ORCiD, o que realmente acontece? Alguém vai mexer no meu registro?
O consentimento permitirá a integração entre seu registro ORCiD e a USP, tornando a atualização das informações sincronizada e automática por meio de Application Programming Interfaces – APIs e, desta forma, sempre que houver alguma atualização de seus dados ou trabalhos, esta atualização será automática em seu registro. Nenhuma pessoa irá alterar suas informações, a menos que você permita.  
  • Tentei criar meu registro ORCiD pelo link http://www.usp.br/orcid e apareceu a seguinte mensagem: “Ohh não! Não encontramos o cadastro do seu email alternativo. Verifique se digitou corretamente seu número USP. Para o primeiro cadastro procure a seção de alunos ou departamento pessoal da sua unidade. ”Como devo proceder?
Siga os procedimentos: (1) Acesse o site: http://www.sistemas.usp.br e clique em: Criar senha única. (2) Após preencher os dados solicitados, aí sim acesse o site http://www.usp.br/orcid para criar seu ORCiD associado à USP. Isso deve resolver. Caso contrário, envie mensagem para atendimento@sibi.usp.br
  • Como posso obter um ID ORCiD?
Para obter seu registro ORCID iD: acesse o link http://www.usp.br/orcid  Este links o levará a uma instância de autenticação de sua conta via USP. Caso necessite de orientação ou auxílio, procure a Biblioteca da sua Unidade. As equipes das Bibliotecas da USP estão preparadas para auxiliá-lo (a) na obtenção e registro das informações no seu ORCiD. 
  • Como saber se já tenho um ORCiD iD?
Para saber se já possui um ORCID iD ou qual é o número do seu ORCID iD, acesse o site: https://orcid.org/orcid-search/search  
  • Sou aluno de pós-graduação. Como faço para registrar meu ORCID iD?
Registre-se por meio do link http://www.usp.br/orcidCaso necessite de orientação ou auxílio, procure a Biblioteca da sua Unidade. As equipes das Bibliotecas da USP estão preparadas para auxiliá-lo (a) na obtenção e registro das informações junto ao ORCID. A integração do identificador ORCID aos fluxos da USP encontra-se em planejamento. 
  • Descobri que tenho dois ORCiDs. Como remover o registro duplicado?
Acesse o link https://support.orcid.org/knowledgebase/articles/580410 e siga as instruções.
  • Já possuo o ORCiD iD. Como faço para importar informações de financiamento, auxílios e bolsas que recebo?
O cadastramento e atualização de informações no ORCID são muito importantes, e extremamente simples. Após o cadastro de inicial de seus dados, certifique-se de que as informações referentes à Biografia, Educação e Emprego estejam corretas e atualizadas. Em seguida, preencha os campos referentes ao Financiamento, o que pode ser feito de duas formas: (a) pela opção Pesquisar e Conectar permite a importação automática de dados dos órgãos de financiamento integrados ao ORCID; (b) pela opção Fazer a conexão manualmente, o que possibilitará o preenchimento dos campos relacionados ao Financiamento. Para mais esclarecimentos, consulte o Tutorial_ORCID_USP_Outubro_2017
  • Já possuo o ORCiD iD. Como faço para importar minhas publicações?
Após o cadastro de inicial de seus dados, certifique-se de que as informações referentes à Biografia, Educação, Emprego e Financiamento estejam corretas e atualizadas.  A adição de seus trabalhos e artigos pode ser feita de três formas: (a) Pesquisar e Conectar – opção que exibe uma lista de entidades e bases integradas à ORCID (ex. ResearcherID, ScopusID e CrossRef DOI, etc) e permite a integração automática de informações; (b) Conectar Bib TeX – opção que permite a importação de lista de registros de bases de dados não integradas à ORCID (ex. Google); (c) Fazer a conexão manualmente – opção que permite adicionar manualmente cada um dos itens de publicação. Para mais esclarecimentos, consulte o Tutorial_ORCID_USP_Outubro_2017.
  • No processo de associação do meu ORCiD à USP (http://www.usp.br/orcid), aparece uma tela de autorização e na URL identifiquei que refere-se ao CAFe. O que é isso?
CAFe – Comunidade Acadêmica Federada. A CAFe é uma federação mantida pela RNP – Rede Nacional de Ensino e Pesquisa que estabelece uma relação de confiança entre instituições de ensino e pesquisas brasileiras da qual a USP faz parte junto com outras instituições como a Capes, CNPq, etc. Aceitar significa que a integração com a rede CAFe é validada. Basta aceitar e prosseguir.
  • Com que frequência tenho que atualizar meus trabalhos no meu registro ORCiD?
A partir da primeira autorização de integração de sistemas de informação, a atualização dos trabalhos passa a ser automática. Isso significa que toda vez que um trabalho ou artigo que contenha DOI é publicado, ocorre uma atualização automática dos registros. O sistema ORCID também pode enviar alertas, sempre que uma atualização ocorre. Caso a publicação não possua DOI, será necessário adicionar manualmente as informações.
  • Escrevi uma peça de teatro. Posso cadastrar no meu ORCiD iD? Há restrição para o registro de determinadas produções ou trabalhos?
O ORCID suporta 37 tipos de trabalhos. Para saber mais sobre as tipologias, acesse: https://members.orcid.org/api/supported-work-types
  • Não tenho publicações. Devo manter um ORCID iD?
Sim. Mesmo que não possua publicações (teses, dissertações, artigos, trabalhos, patentes, etc), é necessário manter seu registro ORCID atualizado com relação às suas atividades, pois essas informações serão utilizadas em outros sistemas e bancos de dados.  
  • Já tenho o nº ORCiD. Preciso mesmo preencher as informações do registro?
É essencial preencher as informações do registro. O nº ORCiD sozinho não garante a correta identificação, nem a integração e carregamento de dados. Caso uma pessoa acesse seu registro não preenchido, não terá informações sobre sua Biografia, Formação, Emprego, Trabalhos, variações de seu nome, e-mail de contato, etc. Crie seu registro e preencha todos os campos.
  • Não tenho tempo de acertar e atualizar meu registro ORCiD. Posso designar alguém da minha confiança para fazer isso?
Sim. Você pode designar alguém que possua registro ORCiD. Crie seu registro e acesse a aba Configurações da Conta (Account settings) e informe o e-mail de indivíduos confiáveis (trusted individuals).
  • O que eu preciso fazer para habilitar a atualização automática dos meus trabalhos, artigos e conjuntos de dados?
Para habilitar a atualização automática, você precisa conceder permissão para Crossref e DataCite para enviar informações ao seu registro ORCID. Você pode fazer isso hoje usando o assistente de Pesquisa e Link para DataCite disponível através do Registro ORCID ou a página DataCite Metadata Search.

Também adicionamos uma nova caixa de entrada ORCID, para que você possa receber uma mensagem da Crossref ou DataCite se eles receberem um arquivo de dados com seu iD, e você pode conceder permissão diretamente. Veja mais na caixa de entrada ORCID.
  • Crossref e DataCite poderão atualizar meu registro de ORCID com trabalhos já publicados para os quais não usei o meu ORCiD iD?
Não. O processo de atualização automática aplica-se apenas aos trabalhos que essas organizações recebem, que incluem o seu ORCID iD. Para trabalhos anteriores que não incluíram o seu ORDID iD, você precisará usar os assistentes DataCite e Crossref Search e Link para conectar informações com seu iD.
  • Que informações sobre os trabalhos ou conjunto de dados serão postadas no meu registro?
Com sua permissão, as informações básicas sobre o artigo (como título do artigo, título da revista, fascículo e data) ou conjunto de dados (como nome do conjunto de dados, data center e data de publicação) serão postadas, juntamente com um DOI que permite aos usuários navegar até o documento original ou página de destino do conjunto de dados.
  • E se a Revista ou Centro de Dados não coleta iDs ORCID?
Peça-lhes! Esse passo simples pode ser feito usando as APIs ORCiD públicas ou APIs para membros associados à ORCID. Informações sobre a integração de iDs ORCID em fluxos de trabalho de publicação e repositório estão disponíveis publicamente.
  • O registro autenticado via USP tange à confiabilidade dos dados. Basicamente, atualmente, é isto? Ou seja, não representa, no momento, nenhum tipo de atualização automática da produção intelectual junto ao registro do pesquisador na ORCiD?
Correto. Nesse momento o registro ORCiD autenticado USP está sendo apenas coletado, ligando efetivamente o autor e à USP. Na USP, até o momento, implementamos apenas a fase COLLECT. 
  • Quando mencionam: “Quando mais instituições estiverem utilizando o ORCiD em seus processos, as atualizações e validações serão automáticas. Ex. Em Revistas que já requerem ORCiD em seus processos de submissão de artigos e também utilizam DOI, a atualização do registro será automática, desde que o autor integre seu registro com a CrossRef, entidade que emite o DOI.” Quer dizer que, caso eu publique em revista que tenha DOI e meu registro ORCiD esteja integrado com a CrossRef, não precisarei entrar no meu registro ORCiD para cadastrar essa publicação pois será automaticamente inserida sob minha identificação de pesquisadora na ORCiD?
Sim, é isso mesmo. Quanto mais editoras estiverem usando DOI e ORCiD, e instituições estiverem conectadas mais e mais as atualizações da produção serão automáticas.
  • Um livro ou qualquer outro trabalho publicado que não tenha DOI (mesmo meu registro ORCiD estando integrado à CrossRef) deverá ser inserido manualmente no registro ORCiD ou o fato de estar cadastrado na Biblioteca Digital da Produção Intelectual da USP (BDPI) já contempla a atualização dos dados além da validação?
Quando tivermos implementado a fase CONNECT USP-ORCiD, haverá a integração entre a BDPI e o ORCiD. Nesse momento, a atualização para as produções cadastradas na BDPI (portanto que estejam em acesso aberto) poderão ser automaticamente carregadas para o registro ORCiD do autor USP. Nada impede também que tenhamos o DEDALUS carregando dados para o registro ORCiD. Basta habilitar a conexão via API. 
  • Quando o tutorial elaborado pelo SIBiUSP afirma que o ORCiD integra todos os outros identificadores (lattes id, research id, google scholar e scopus) o que significa o termo “integrar”? Entendi que isso comportaria a obrigação do pesquisador atualizar somente 1 das ferramentas, mas o Lattes está vinculado ao ORCiD?
O ORCiD é a única ferramenta preparada para integrar distintos players da cadeia de publicação científica: autores, editoras, universidades, agências de financiamento e que pode funcionar como Profile – Currículo validado. Hoje, dos identificadores mencionados, integrados ao ORCiD de fato (ou seja que estão efetuando troca de dados) são: Crossref (DOI), ResearcherID, Scopus Author ID. O Google ID não está integrado, mas é possível carregar a lista de produções cadastradas no perfil Google do autor para o registro ORCiD. O Currículo Lattes ainda não está integrado, mas o nº ORCiD já é solicitado pela CAPES em alguns processos de submissão a bolsas. Nesse momento, deve-se apenas inserir o nº ORCiD no Currículo Lattes.
  • O ORCiD pede um email para registro: devemos usar o email USP? A senha que o ORCiD demanda no momento da inserção dos dados, deve ser a mesma dos sistemas USP?
Você pode usar qualquer e-mail, assim como a senha. O importante é criar e associar seu registro ORCiD aos sistemas USP utilizando o caminho: http://www.usp.br/orcid 
  • Toda a inserção de dados na ORCiD, atualmente, é manual? Educação, emprego, financiamento, trabalhos, país…?
Nesse momento, a inserção de dados é manual, embora alguns campos possam ser preenchidos a partir do carregamento de dados de outras bases. Quando a USP implementar as fases seguintes CONNECT e SYNCHRONIZE, os registros ORCiD autenticados passarão a ser alimentados pela USP, quando for o caso. Ex: Educação – o Setor de Diplomas insere no registro ORCiD os dados de um Doutorado, por exemplo. Também validará as informações já cadastradas. Emprego – o Setor de RH da USP poderá inserir informações de vínculo e mudanças de Unidade. Financiamento – o carregamento de informações já é semi-automático, pois o ORCiD utiliza o Wizard para carregar seus financiamentos para o registro. Em breve, a Pró-Reitoria de Pesquisa poderá inserir dados de bolsas no registro ORCiD do autor USP. Trabalhos – a inserção já é semi-automática por meio da progressiva integração entre as editoras, CrossRef-DOI e ORCiD. Quando a USP estiver conectada, os trabalhos e artigos sem DOI cadastrados na BDPI poderão ser carregados automaticamente para o registro ORCiD do autor USP. Os dados cadastrados no DEDALUS também poderão ser carregados para o registro ORCiD e/ou validados (Fonte: DEDALUS) toda vez que forem cadastrados na Base de produção.
  • Ao acessar o meu ORCiD pelo http://www.usp.br/orcid eu não consegui habilitar a opção para edição. Para editar meu registro, tive que selecionar novamente a opção de acesso institucional, colocar o nome da USP,  meus dados USP e ai sim consegui acessar a tela com opção de edição de dados.
Sim, observamos esse problema também. Vamos verificar com a organização ORCID porque isso está ocorrendo. De qualquer modo, o registro ORCiD sempre permanece hospedado na organização ORCID, ainda que vinculado à USP.
  • No campo “Also known as” além de variações do nome devemos inserir o nome na ordem Sobrenome, Prenome?
Sim, esse campo é muito importante. Escolha o nome certo – nome profissional adotado para identificá-lo no registro ORCiD e no campo “As known as”, adicione toda e qualquer variação do seu nome: completo, abreviado, invertido. 
  • Sistema OJS não reconhece o ORCiD de autor. Quero submeter meu artigo, mas o sistema da revista não reconhece meu ORCiD. O que fazer?
Experimente digitar o número completo do ORCiD mesmo, ao invés de copiar/colar​. Digite a URL completa do seu ORCiD. Ex: https://orcid.org/0000-0002-3979-603X
  • Qual é a relação entre ISNI, Ringgold e ORCID?
ISNI, Ringgold e ORCID são organizações separadas que abordam diferentes aspectos da identificação digital de pessoas e organizações. A ORCID foi estabelecida para resolver o problema da atribuição precisa de resultados da pesquisa acadêmica para pesquisadores individuais. O International Standard Name Identifier (ISNI) é o padrão global certificado pela ISO 27729 para identificar organizações e indivíduos envolvidos com a cadeia de suprimentos de informação e mídia, bem como na cadeia de suprimentos científicos e acadêmicos (scholarly supply chain). O sistema ISNI baseia-se principalmente no serviço Virtual International Authority File (VIAF), que foi desenvolvido pela Online Computer Library Center (OCLC) para uso na agregação de catálogos de bibliotecas. A Ringgoldrepresenta a ISNI, habilitando a interface de identificação organizacional para a ORCID. As três organizações estão empenhadas em proporcionar interoperabilidade e a maior interação entre si.

Dúvidas adicionais? Envie mensagem ao e-mail atendimento@sibi.usp.br ou entre em contato com Elisabeth Dudziak Tel (11) 3091-1571. Consulte também as informações de suporte da ORCID: https://orcid.org/help


Fonte: Sibi - USP